quarta-feira, 30 de novembro de 2016

De Primeiro, de Totonho Laprovitera

Apoio cultural do livro De Primeiro, de Totonho Laprovitera.

Apoio cultural: Autoescola Bosco; Cantinho do Frango; Cartório Aguiar; CENEGED - Companhia Eletromecânica e Gerenciamento de Dados S/A; Gerardo Bastos Pneus e Peças Ltda.; Grupo Marquise; e IPOM - Instituto Povo do Mar.

Agradecimentos: Elusa, Fernando Victor e Joana. Meus irmãos. Chiquinho Aragão, Paulo César Norões, Pompeuzinho Vasconcelos, Caterina de Saboya Oliveira, Carlos Augusto Viana, Reginaldo Vasconcelos, Cadeh Juaçaba, Lilibeth Monteiro de Carvalho, Marcílio Fiuza, Claudinho Aguiar, Erivaldo Arrais, Zé Carlos Pontes, Cezinha Montenegro, Renatinho Felipe, Gerardinho Bastos, Bosco Martins, Caio Napoleão, Erick Vasconcelos, Amarílio Cavalcante, Alcimor Rocha Junior e aos muitos amigos que me incentivaram a escrever esse livro. 

De Primeiro será lançado na quarta-feira, 14/12/2016, a partir das 19:30h, no Ideal Clube, Fortaleza-CE.

Diga aí, Rossicléa!

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Lançamento do livro DE PRIMEIRO... , de Totonho Laprovitera.

Quarta-feira, 14/12/2016, a partir das 19:30h, no Ideal Clube, Fortaleza-CE.

DE PRIMEIRO, de Totonho Laprovitera

Ópera


"A cama é a ópera dos pobres." (Provérbio italiano)

(Foto: Totonho Laprovitera)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Engenharia da UFC

Da esquerda para a direita. Em pé: Ciro, Lindbergh, Zé Lins, Artur, ?, e Flávio. Agachados: Paulo Pamplona, Marcos Maia, Alberto Belchior, Betinho e Cleiton Boniek. 

Nesse dia, a Engenharia da UFC enfrentou os Veteranos do Fortaleza na preliminar de Fortaleza contra o Náutico (PE), pelo Campeonato Nacional de 1978. 

Exausto por ter jogado na manhã, no mesmo dia, com a Veterinária (grande rival naqueles anos) pelo Campeonato Universitário, o onze da Engenharia foi derrotado. 

A equipe da Engenharia era bem formada e em 4 anos conquistou 3 campeonatos. Foi campeã dos Jogos Universitários até a Unifor participar com um time cheio de atletas profissionais, como Amilton Melo, Lucinho, Serginho Amizade e outros craques. Mesmo assim, a Engenharia encarava essas feras com toda a raça. 

Na foto, faltaram três titulares: Maia, Fred e Túlio Barbosa.

(Foto: Acervo Gera Teixeira)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Um Sampaio na Casa Branca


Passeando pela calçada da Casa Branca, em Washington D.C., o megaempresário Olival Sampaio explica que o projeto da residência oficial do presidente dos Estados Unidos foi influenciado pelo Leinster House, um palácio ducal de Dublin, República da Irlanda, berço da família Samples que virou Sampaio quando chegou no Brasil. 

“Essa Casa, onde eu brinquei foi muito quando era meninote, recebe diariamente 5 mil visitantes! Pintada de branco (não tem negócio de caiação, não), possui 132 salas, 50 quartos, 35 banheiros, cinema, 3 elevadores, 8 escadarias, 28 lareiras, 412 portas, 147 janelas, piscina, quadra de tênis, pista de boliche e de corrida. Na cozinha, menino besta, são 5 chefes o dia todinho... Agora, há quem diga que os Sampaio são de origem portuguesa, mas aí é uma outra história. Nós descendemos dos Samples, tradicional família irlandesa, parente próximo dos Kennedy”, comenta Vaval. 

A título de curiosidade, derivado do latim, o sobrenome Sampaio significa ousadia, espirito competitivo, independência, força de vontade e originalidade.

domingo, 27 de novembro de 2016

Fidel


Em 2001, eu estava com o saudoso amigo Cláudio Pereira em Cuba, por ocasião de um congresso de turismo cultural, quando soubemos e fomos ao Centro de Convenções de Havana assistir a uma fala do comandante Fidel Castro. 

Quando chegamos ao lugar, diante da grande lotação, tomei a condução da cadeiro de rodas do Pereira e, entre “permisos” e mais “permisos”, fomos bater nas primeiras filas da plateia. 

Pelo que julgamos, a fala já durava umas duas horas e, depois de escutarmos o Comandante por uma hora e meia, mais ou menos, previmos que ele se estenderia por mais duas e “capamos o gato”. 

Antes disso, saquei a minha velha máquina fotográfica, abastecida de filme colorido de 36 poses, mas um segurança da autoridade não permitiu que eu batesse um retrato – o que hoje seria uma selfie – comigo e o Pereira, com Fidel ao fundo. 

Daí, tornamos ao bar do hotel que estávamos hospedados para continuarmos os trabalhos com o velho Havana Club Añejo 7 Años, rum da nossa graúda predileção.

(Foto: Google)

Arcos


Meu amigo Marcos Falcão, o velho colega Canguru do ginasial, comentou comigo: “Totonho, imagine a história já presenciada pelos arcos dessa centenária casa em Guaramiranga. Lindos.”

Aí, reparando essa casa antiga, matutei: Nas paredes da memória cada tijolo conta uma história, cada coluna uma coletânea. Talvez assim a vida se edifique sobre o alicerce na construção da alvenaria, em arcos, de um tempo revestido de mosaicos de boas lembranças.

sábado, 26 de novembro de 2016

Sampaio e Trump

Olival e Donald.

Quando dessa foto de 2014, ninguém imaginaria que o zoadento Galegão – esse era o apelido dele na esquina – iria se tornar presidente de uma das maiores potências mundiais.

Pelo instantâneo fotográfico dá pra se notar que o Vaval não lhe dava a mínima.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Coisa de cearense

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Este vídeo, em que Fagner é entrevistado no programa "Sem Censura", de Leda Nagle, na TV Brasil, mostra um pouco da inusitada manifestação de amizade entre cearenses. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Vavalzito e Rauzito

Vaval e Raul.

Nesse último fim de semana, em uma barraca da Praia do Futuro, Olival e Raul discutiram sobre charutos cubanos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Solitudine

Tortore in volo.

SOLITUDINE
(Totonho Laprovitera)

Nella notte della città vedo il tuo sguardo...
Sentimenti e momenti nel mio cuore
L'alba porta intenso il mio amore
navigando in lieve sogno di libertà,
senza paura dei misteri dell'alto amore

Penso al sorriso quando ti vidi la prima volta,
conto le stelle che ho già passato nella vita
nella solitudine come un vecchio pescatore,
nella calma che non contiene la fretta del dolore,
guardando nei miei occhi l'amore che mi conquistò

Ti voglio sempre vicino a me,
insisto al telefono che non risponde,
ti desidero in collo abbracciandomi,
baci ardenti di lato alla mia bocca,
senza l'illusione di vivere senza te

Ah, se io fossi passero per volare,
mutassi in luce per illuminarti,
potessi fare magie per incantarti,
mi trasformassi in angelo per guardarti,
stessi zitto per poterti baciare!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Apoio cultural


Essa eu ouvi de um jovem empresário cearense: “Quem tem visão empresarial acentuada sabe que verba de apoio cultural não é doação, é investimento!”

Dei valor!

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Encontro de contas


Certa vez, um músico amigo meu me pediu para eu levá-lo a um famoso e descolado bar da cidade, onde ele cobraria do dono, também amigo meu, uma dívida de difícil pagamento. 

Era boquinha da noite quando fomos e, ao chegarmos, o proprietário ainda não se encontrava lá. Na espera, pedimos ao garçom uma cerveja que nos chegou geladíssima, à moda canela de pedreiro! 

Não tardou muito e o dito-cujo chegou. Espalhando simpatia, como de costume, nos saudou com toda a alegria e foi logo dizendo: - “Meus queridos, vou pedir um tira-gosto especial para vocês e é por conta da casa! Menino, traz um Pedacinho do Céu!” 

Enquanto isso, passou pela nossa mesa uma cabrocha de alta exuberância, desfilando todo o seu faceiro e sensual requebrar!

- Pelo amor de Deus, meu irmão, quem é a belezura?! Perguntou o músico. 
- Ah, é a minha nova cozinheira. Bora fazer um encontro de contas?! Respostou e propôs o dono do bar.

sábado, 19 de novembro de 2016

Golvavá


A tradicional macarronada italiana da família Laprovitera, faz-se acompanhar de bracciola (enrolado de carne recheada) e polpette (bolinho frito de batata, às vezes recheado de salsicha). 

Lá em casa existia a “cozinha do povo”, um amplo cômodo de serviço nos fundos da residência, para apoio aos habituais festejos da família. E foi onde a bracciola virou “brajola” e polpette “propeta”, pelas afetuosas cozinheiras e copeiras que aportuguesaram as palavras da língua italiana. 

Em 1962, no Chile, Vavá foi um dos artilheiros da Copa do Mundo com cinco gols e bicampeão mundial. Na época, aos 5 anos de idade, eu dava um trabalho danado para comer. Aí, no almoço, a Maria (minha segunda mãe) espetava uma propeta com o garfo e, imitando o locutor do rádio, gritava: - “Gol, Vavá!”. Encantado, eu abria a boca e deixava-me alimentar. 

A partir de então, lá em casa, a propeta, que era polpette, passou a ser chamada de “golvavá”!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Superstições


Depois de escutar o amigo Carlos Augusto Moraes mencionar uma curiosa frase supersticiosa, decidi realizar uma breve pesquisa sobre o assunto.

Diz o pai-dos-burros que “Superstição é a crença ou noção sem base na razão ou no conhecimento, que leva a criar falsas obrigações, a temer coisas inócuas, a depositar confiança em coisas absurdas; Crendice popular em presságios e sinais, originada por acontecimentos ou coincidências fortuitos.”

São exemplos de superstições: 

- Abrir guarda-chuva dentro de casa atrai a morte; 
- Achar um trevo de quatro folhas é sinal de sorte; 
- Apontar o dedo para estrelas faz nascer verrugas; 
- Assoviar à noite chama cobras; 
- Atravessar a rua com um gato preto dá azar; 
- Bater três vezes na madeira espanta coisas ruins; 
- Brindar sem beber causa abstinência sexual durante dez anos; 
- Coceira na palma da mão é sinal de dinheiro; 
- Colocar uma vassoura atrás da porta e com o cabo para baixo avexa a visita a ir embora; 
- Cortar as unhas à noite afasta a fortuna e puxa maus espíritos; 
- Cruzar os dedos pelas costas e repetir “beija no cu” quantas vezes for preciso, é defesa pra olho gordo; 
- Dar três pulinhos pra São Longuinho faz achar objetos perdidos; 
- Deixar a bolsa no chão faz com que o dinheiro vá embora; 
- Deixar um sapato ou chinelo virado provoca a morte da mãe; 
- Durante a chuvarada espelhos atraem raios; 
- Fazer careta e o vento bater no rosto, faz a pessoa ficar assim pra sempre; 
- Fazer um desejo ao cortar a primeira fatia do bolo de aniversário; 
- Fazer um pedido ao entrar em uma igreja pela primeira vez; 
- Fazer um pedido para uma estrela cadente; 
- Jogar moedas numa fonte de água para alcançar um desejo; 
- Levantar com o pé direito para o dia ser bom; 
- Não brindar com alguém que esteja bebendo sem álcool; 
- Passar o sal sem o outro pegar no saleiro, para guardar a sorte; 
- Passar por cima de alguém (caxingar) atrapalha o crescimento dele; 
- Passar por debaixo de uma escada dá azar; 
- Pé de coelho dá sorte; 
- Pimenta afasta mau olhado e inveja; 
- Praguejar ao acender o fogo é chamar o demônio pra ajudar; 
- Quando a orelha esquerda esquentar é porque alguém está falando mal de você; 
- Quando aparece joaninhas ou borboletas, é sinal de boa sorte; 
- Quebrar espelho dá sete anos de azar na vida de quem quebrou; 
- Quem brinca com fogo faz xixi na cama; 
- Sair sempre pela mesma porta que se entrou, faz você voltar; 
- Sal derramado é mau agouro; 
- Sexta-feira 13 é dia ruim; 
- Sonhar arrancando um dente é sinal de morte na família; 
- Varrer os pés espanta casamento; 
- Vinho derramado é alegria; 
- Virar as pontas da ferradura para cima traz boa sorte. 

Agora, crendeiros de plantão, prestem atenção: muitas vezes as superstições podem atrapalhar a vida das pessoas!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Caso Máscaras de Chumbo

As máscars de chumbo.

O “Caso Máscaras de Chumbo” ocorreu com Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana, técnicos em eletrônica, que de Goytacazes, no Rio, foram de ônibus à Niterói em um dia de agosto de 1966. 

Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana. 

Um jovem soltava raia no Morro do Vintém, quando se deparou com os corpos dos dois homens que trajavam ternos e capas amarelas impermeáveis, deitados de costas sobre uma “cama” feita com folhas de palmeira.. Sem sinais de violência, a polícia achou próximo aos corpos uma garrafa de água, um papel alumínio improvisado em copo, um pacote com duas toalhas, um par de óculos com uma aliança numa das hastes, um papel com equações de eletrônica e um marco de cimento. 

Agora, o que chamou a atenção da cena foram as máscaras de chumbo usadas pela dupla que, segundo os especialistas, eram de uso para proteção contra radiação. A polícia ainda encontrou um bloco de anotações com símbolos e números, e um estranho bilhete escrito: “16h30, estar no local determinado. 18h30, ingerir cápsulas. Após efeito, proteger metais, aguardar sinal. Máscara”. Sem nenhum sinal de envenenamento, ninguém sabia com certeza o que seria a tal “capsula” que eles ingeriram.

O bilhete.

O lugar parecia contaminado com radiação e na noite em que eles morreram, testemunhas avistaram um Óvni planando no alto do morro. 

Nunca se descobriu o que eles foram fazer lá no Morro do Vintém, nem a razão das máscaras. Testemunhas declararam que eles portavam 2.300.000 cruzeiros, equivalente hoje a uns R$ 3.000, mas o dinheiro não foi encontrado. 

Durante anos a vegetação ficou sem crescer no lugar. 

(Fotos: Google)