Luiza (Tom Jobim), por Felipe Adjafre, em apresentação no Centro Cultural Oboé, em Fortaleza, Ceará.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Ô boemia boa!
Da esquerda pra direita: (?), Aragão, Bacurau, Negrita, Macaco e Peido Azedo.
Segundo o Bob Mota, essa foto foi tirada quando o Chico Macaco contava ao Nélson como havia separado a briga de um leão com um urso, dentro da Lagoa do Tabapuá.
(Foto: Arquivo Bob Mota)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Djalma Pinto
Eu não podia deixar de registrar aqui o trecho do voto do Ministro Joaquim Barbosa da ADC n 29, no julgamento da Lei Ficha Limpa.
Ministro Joaquim Barbosa.
“E não é demasiado recordar, como o fez Djalma Pinto, 'a Constituição, em diversos artigos, exige probidade para o exercício de qualquer função pública, recomendando inclusive, a cassação dos direitos políticos e o afastamento do cargo nos casos de corrupção. O repúdio à improbidade pode ser aferido pela ênfase emprestada ao tema por nossa Lei Maior'.”
Advogado Djalma Pinto.
Eu me orgulho de ser amigo do Djalma e de ter cometido a ilustração da capa do livro dele, "Distorções do Poder".
(Fotos: TV Justiça / André Lima)
O filho da Conceição
Servido pelo
garçom Rodinha, no restaurante Chicão, em Sobral, Seu Aurélio tomava a sua costumeira
e gelada cerveja, quando na calçada passou, com o filho nos braços,
Conceição, rapariga oficial do seu amigo João.
- Conceição!
- Pois não, Seu Aurélio.
- Esse é que é o filho do João?
- É, sim, senhor...
- Mas, Conceição, esse menino não se parece nem um
pouco com o João.
- O senhor acha, Seu Aurélio?
- Cá pra nós, esse menino não é filho dele, não.
- Seu Aurélio, é o seguinte: ele é 80% filho do
João e 20% do viajante da Gillette...
Nudez cortada.
Assisti, recentemente o filme O Homem de Papel, dirigido por Carlos Coimbra e produzido pelo empresário Edson Queiroz. Gostei do filme, sobretudo da atuação do Ezaclir Aragão. Agora, lamentavelmente, a cópia do que assisti teve as cenas de nudez da Vera Jimenez cortadas.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Doutor Sócrates
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira.
- "Totonho, você é um homem sem identidade!" Pegando a deixa, disse o Magrão.
Foi o seguinte. Em mil novecentos e noventa e pouco, Sócrates veio ao Ceará para passar uns dias e, anfitrionado pelo Fagner, o primeiro compromisso do ex-jogador da seleção brasileira não podia deixar de ter sido uma boa pelada de futebol. Pois bem, nos encontramos e combinamos de ir em dois carros: no do Fagner e no meu. Magrão escolheu de ir comigo e eu avisei pra ele que há pouco eu havia perdido a minha carteira com todos os documentos. Foi quando ele fez valer a sua espirituosa veia de filho de cearense que era e me mandou a tirada com a qual eu comecei esta história.
Foi o seguinte. Em mil novecentos e noventa e pouco, Sócrates veio ao Ceará para passar uns dias e, anfitrionado pelo Fagner, o primeiro compromisso do ex-jogador da seleção brasileira não podia deixar de ter sido uma boa pelada de futebol. Pois bem, nos encontramos e combinamos de ir em dois carros: no do Fagner e no meu. Magrão escolheu de ir comigo e eu avisei pra ele que há pouco eu havia perdido a minha carteira com todos os documentos. Foi quando ele fez valer a sua espirituosa veia de filho de cearense que era e me mandou a tirada com a qual eu comecei esta história.
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira e eu,
fomos apresentados pelo Fagner e, desde aí, não nos perdemos mais de vista.
Quando demorávamos a nos visitar, nos telefonávamos e lembro sempre dele
falando de maneira arrastada, caricaturizando o linguajar cearense, ao me cumprimentar:
- Totooonho... Cadê você, meu bichim?..
- Magrãããooo... Tô aqui, mortim de saudade do amigo véi... Eu respondia.
Aí, dávamos aquela gargalhada e cobrávamos de nos vermos.
- Totooonho... Cadê você, meu bichim?..
- Magrãããooo... Tô aqui, mortim de saudade do amigo véi... Eu respondia.
Aí, dávamos aquela gargalhada e cobrávamos de nos vermos.
Quando
o Magrão vinha à Fortaleza, quase sempre era assim: hospedava-se em hotel, mas
tomava o café da manhã aqui em casa. Chegava pelas nove, pedia o computador
para escrever sua coluna e ficava trabalhando até meio-dia, mais ou menos.
Ficava só, à vontade, e ao voltarmos pra casa, na hora do almoço, deparávamos
com os vestígios da sua presença na cozinha da casa, pelo deixado castelo
metálico bem construído com latinhas vazias.
São
muitas histórias com o inesquecível Sócrates. Certa vez, eu inventei de comprar
um Puma. Diziam os amigos que o carro me dava status de colecionador de automóveis
antigos. A verdade não era bem essa. Na época, liso eu estava e a oportunidade
da aquisição do esportivo me caiu baratamente bem. Nele,
fomos ao bar do Vaval e quando o Magrão entrou no bólido, grandalhão que só,
parecia mais que estava era vestindo o automóvel. Foi engraçado, mas
conseguimos ir e voltar tranquilos.
A exposição, em Ribeirão Preto.
Dentre
inúmeras, outra. Pouca gente sabe, mas o Sócrates também era artista plástico e
chegamos a expor juntos, em Ribeirão Preto. Na mostra coletiva, também
fizeram parte: Fagner, Tullio Junior e Tereza Ranier. Foi uma das exposições com maior número de visitantes que já participei. Sucesso total!
Neste
ano de 2011, estivemos em sua casa, em São Paulo. Sócrates, Kátia, Christian Karembeu e
filho, uma equipe duma emissora da televisão francesa, Juca Kfoury, Jorge
Kajuru, Mazinho, o zagueiro corinthiano Paulo André, meu filho Fernando Victor
e eu vivemos um dia memorável. Pouco depois soube que meu amigo Sócrates
estava internado. Liguei e quem atendeu foi a Kátia, que me pediu para esperar
um pouco e, para surpresa minha, o Magrão falou comigo da UTI!
Bem, depois eu conto mais...
Hoje,
cedo, o telefone tocou. Era o Bueno, de Ribeirão Preto, ligando para dar a
triste notícia da partida do Magrão. Logo depois, falei com o Fagner e o Tullio
Junior. Falamos, principalmente, de saudade. Saudade de futebol, de boemia, da
arte, da vida e da amizade... Saudade que a gente já sente do Magrão.
Magrão.
Magrão,
arre-égua, essa bola da vez você devia ter tirado de calcanhar, amigo!
(Fotos:
Google / Arquivo Totonho Laprovitera)
Barraco no aeroporto
Médica perde voo que a levaria para sua lua de mel e faz um verdadeiro barraco no aeroporto, em Aracaju.
Toinho Coca-Cola
Semana passada fui à Assembléia Legislativa do Ceará e tive o prazer de reencontrar o grande Toinho Coca-Cola, presença marcante naquela casa e nos estádios de futebol.
(Foto: Totonho Laprovitera)
Miss Plus Size Carioca 2011
Com 97 quilos, a estudante de enfermagem Géssica Carneiro é considerada a mais bela gordinha do Rio de Janeiro.
A Miss Plus Size 2011, Géssica Carneiro.
(Foto: Carla Josephyne/Futura Press e Divulgação/Miss Plus Size)
Dolores Duran
Sugerido pela Maria Teresa Serpa Franco.
“Sem
nunca ter estudado línguas, Dolores Duran aprendeu sozinha a cantar em inglês, francês,
italiano, espanhol e até em esperanto. Ella Fitzgerald, durante sua passagem
pelo Rio de Janeiro, nos anos 1950, foi à boate Baccarat especialmente para
ouvir Dolores e entusiasmou-se com a interpretação dela para My Funny
Valentine - a melhor que já ouvira, declarou.
Na
madrugada de 23 de outubro de 1959, depois de um show na boate Little Club, a cantora saiu com seu
último namorado, chamado Nonato Pinheiro e com seus amigos para uma festa no
Clube da Aeronáutica. Ao sair da festa, resolveram fechar a noite bebendo e
ouvindo músicas no Kit Club. A cantora chegou em casa às sete da manhã do dia
24. Brincou e beijou muito a filha, já com 3 anos, na banheira. Em seguida, passou
os últimos cuidados à empregada Rita: ‘Não me acorde. Estou cansada. Vou dormir
até morrer’, disse brincando. No quarto, sofreu um infarto fulminante.
A morte prematura de Dolores Duran, aos 29 anos, interrompeu uma trajetória
vivida intensamente.”
Texto extraído do Wikipédia.
Amigos sobralenses
Essa foto, enviada pelo meu amigo Paulinho da Emília, deve ter sido tirada numa festa de casamento. Pois, assim sugere o traje do Emanuel: paletó, colete, gravata prateada e cravo na lapela.
Da esquerda pra direita: Chico Antonio, Marcim Morcego, Zé Antonio Trança, Márcio Soares, Cesarim, Nasal, Emanuel, Carlos Hilton, Reno e Cid.
(Foto: Arquivo Paulo Parente)
sábado, 3 de dezembro de 2011
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