domingo, 4 de março de 2012

Padre Djalvo, de Orós


Padre Djalvo.

Padre Djalvo Bezerra de Alencar (1932-2009) exerceu vida pastoral durante quarenta e seis anos e foi merecedor do título de Cidadão Oroense pelos reconhecidos serviços junto às administrações municipais e o auxílio de políticas em defesa dos agricultores e pescadores.

(Foto: Acervo da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Orós)

Marido quase perfeito



- Alô?
- Oi, minha rainha, como está o teu dia?
- Tudo ótimo.
- Que bom! E as crianças estão bem?
- Brincando sem parar, não se preocupe.
- Ótimo, perfeito! Elas já almoçaram? Se alimentaram bem?
- Sim, comeram muito bem! Já fizeram o dever de casa e agora estão brincando.
- Que bom! E me conta, minha linda, o que vai ter no jantar hoje?
- O seu prato preferido e já coloquei a cerveja na geladeira...
- Uau, bife à milanesa e cerveja?! Por isso que eu te adoro tanto! Bom... Está tudo tranquilo em casa, então?
- Fique tranquilo, que está tudo bem.
- Ah, mais uma coisinha: você promete que, hoje à noite, colocará aquele babydoll preto pra mim?
- Faço tudo para te agradar... E não vou esquecer o perfume que você mais gosta.
- Mesmo?! Obrigado, meu tesão! É por isso te amo tanto...
- Sei, sei...
- Daqui a pouco te vejo, tá meu amor?
- Vou ficar esperando ansiosa...
- Agora me chama a patroa aí, tá?

sábado, 3 de março de 2012

Obrigado, Fagner


Raimundo Fagner.


"Totonho Laprovitera é o que se pode chamar de um artista múltiplo. Com sua profissão de origem, a arquitetura, sempre procurou fugir do lugar comum dando um toque especial a seus projetos. Com dois livros escritos na tradição do humor cearense encontrou eco entre seus pares onde é presença constante de alto astral e caráter. Parceiro de alguns dos grandes músicos cearenses tem marcado presença na arte de compor. Como artista plástico tem se qualificado em dar cores e vida a seus temas preferidos, principalmente ao que se refere ao universo nordestino..." Raimundo Fagner, cantor e compositor.

Borrachas

Borracha escolar.

A borracha natural é o produto primário da coagulação do látex da seringueira. 

A borracha sintética, concorrente do elastômero natural em algumas aplicações e complementar em outras, é produzida a partir de derivados de petróleo. 

Tanto uma como outra tem como polímero fundamental o poliisopreno. A diferenciação se dá por adição de pigmentos e processos de vulcanização com graus distintos. 

Escolar borracha.

Agora, também, chama-se de borracha a adolescente bonita e formosa. 

Fontes: Wikipédia e Dicionário inFormal)

Torcedores



Essa briga besta entre torcedores eu não aguento! Sou por um futebol onde as gozações, sem agressões, fluam com a inteligência do bom humor. Onde as conquistas tragam lições pelas vitórias e a compreensão das derrotas sejam o estímulo para os vindouros triunfos. O esporte, para mim, é um exercício de vida para ensaiarmos o que de bom podemos viver no mundo. Que ele seja negócio, tudo bem, mas com lucro social!

Como esporte que é, o futebol é saúde, disputa, união, superação, educação, arte, cultura, lazer, entretenimento, inserção social... Bem, ultimamente, não é o que temos assistido...

(Foto: Getty Images)

Se a moda pega...

E o Tuca Costa Lima nos envia um video "educativo", ensinando como entrar com bebida nos estádios, em baladas e afins.


O que é que a negada não inventa pra beber, né?

Cinto de castidade


"O cinto de castidade é um acessório projetado para ser usado sobre o ventre, envolvendo totalmente os órgãos genitais e trancado ao redor da cintura por cadeado, de modo a frustrar, limitar ou restringir a atividade sexual (penetração), orgasmo e a masturbação."

Há quem diga que ainda existe quem o use, mas, com uma ruma de chaveiros que existe nos dias de hoje... Sei não...

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Obrigado, Zé Ramalho

Zé Ramalho.

“Os desenhos do Totonho são traços limpos. Estão ligados à palavra, à poesia, ao pensamento poético que existe em todo artista romântico. O coração das formas bate seu surdo rio na sensível corredeira de Totonho. O homem que vestiu meus versos no livro Carne de Pescoço. Obrigado, companheiro, o umbigo ficará.” Zé Ramalho, cantor e compositor.

Presságios, no Rio de Janeiro


Quem estiver no Rio de Janeiro, vale a pena conferir a exposição Presságios, do Bruno Pedrosa. Quem não estiver, também, que vá!

A arte de brincar de Dim Brinquedim


Toda vez que eu vejo um trabalho do Dim Brinquedim, eu digo, no bom sentido, é claro,  que o trabalho dele é brincadeira!

Pois é, o que é a vida, senão uma brincadeira levada à sério?!

(Foto: Acervo Dim Brinquedim)

Farofeiros



Sobre farofeiros, eu li:

Que são pessoas que moram longe, vão à praia em grupos de ônibus ou van, levando comidas (frangos, farofas, lanches), bebidas (cerveja, cachaça, refrigerantes, refrescos), roupas (muda para troca depois do banho de mar), brinquedos para os filhos, ou seja, tudo necessário à subsistência pelo período em que lá permanecerem, geralmente um dia;


Que, quando chegam, são logo identificados, pois falam bastante alto e, normalmente, não recolhem seu próprio lixo, deixando a praia suja;

Que não gastam nada nas barracas e quiosques e pechincham com os ambulantes, normalmente os vendedores de picolés;

Que voltam pra casa vermelhos, queimados do sol e com a areia da praia grudada pelo corpo...

Ora, ao meu ver, os farofeiros são alegres, simples, autênticos e, em sua grande maioria, dignos trabalhadores. São felizes!

Quer saber de uma coisa? Viva o povo brasileiro!

(Foto: Google)

Banho de lua

Banho de lua, no Piscinão de Ramos.

Além de descolorir os pelos, o popular banho de lua ajuda a eliminar células mortas, corrigir pequenos defeitos da pele, como manchas de acne e de machucados, ativa a circulação do sangue, hidrata a pele e levanta o astral da mulher! 

Agora, pra arear o velho calcanhar rachado, nada como um esfregão com caco de telha!

(Foto: Júlio Bitencourt)

Fazendo a parte dela


“Seu Laprovita,

Escrevinho-lhe para protestar contra as pessoas sovinas, que não compreendem a necessidade alheia. Me diga, o que é que custa se atender a quem solicita um gesto de carinho ou atenção a alguém? Será que vivemos num mundo que caminha para ser cada vez mais desumano? Gente, o que a gente precisa é de amor, de solidariedade. O que adianta viver uma vida sem sentimento?

Espia, apesar das indiferenças, eu continuo fazendo a minha parte. Como prova, segue uma fotinha para mostrar a minha campanha.

Um selinho da
Ass. Irandyara Nascimento”


Distinta Irandyara,

É louvável a sua iniciativa à respeito da valorização das relações humanas. Seguindo com seus propósitos de fazer a sua parte, seguramente, você contribuirá para a edificação de uma sociedade mais justa e fraterna.

Saudações,
Laprovitera

quinta-feira, 1 de março de 2012

Obrigado, Doutor Fran



Fran Martins.

“Os desenhos de Totonho Laprovitera representam um grito em favor da humanização da cidade – já que as cidades, como as pessoas, tem um corpo cuja beleza depende exclusivamente dos cuidados e do carinho dos que a administram e dos que a habitam.” Fran Martins, escritor.

Jaildo Marinho: Le vide Oblique



Na Maison de L’Amérique latine, em Paris, Jaildo Marinho  estará expondo, sob a curadoria de Jacques Leenhardt e Max Perlingeiro. Aberta dia 7 próximo, a mostra ficará em cartaz até o 16 de junho de 2012.


Jaildo é um importante e prestigiado artista brasileiro no exterior. Na Europa, se destaca como um dos mais expressivos escultores, de maneira especial, como integrante do grupo Madi.

Totonho Laprovitera e Jaildo Marinho. Paris, 2005.

Num passeio de arte, conheci Jaildo Marinho há onze anos, quando fomos apresentados pelo Anuar Nahes, então conselheiro cultural da Embaixada do Brasil na França. Foi numa visita à histórica Provins, pequena cidade medieval, onde Joana D’Arc se reabilitava após suas árduas pelejas.

À pedido do governo brasileiro, Jaildo havia criado uma escultura para uma praça da cidadela francesa. Era um presente do Brasil à França, em homenagem à Nicolas Durand de Villegaignon, um dos fundadores do Rio de Janeiro. Ocorre que a obra artística carecia de um ajuste. Um pequeno detalhe, que se tornaria grande e eu não imaginava qual fosse. Bem, de forma piramidal, a escultura repousava diretamente numa base de pedra. A ideia de Jaildo era a de colocar entre a pirâmide e sua base uma peça triangular de bronze para proporcionar maior leveza à escultura. Para isso, contava com a ajuda de uma equipe duns seis fardados operários e de uma pequena máquina empilhadeira. A operação foi discutida e o artista determinou a sua realização. Em instantes, suspenderam a pirâmide, Jaildo ajustou minuciosamente a peça metálica e a pirâmide tornou a repousar, como flutuasse sobre a sua base. Perfeito!

Missão cumprida, voltamos à Paris e, desde aí, eu e Jaildo nos tornamos amigos e nos vemos sempre. Menos do que gostaríamos, certamente.

Totonho Laprovitera, Gonçalo Ivo, Jaildo Marinho e Bruno Pedrosa. São Paulo, 2010.

Pra quem perdeu a cobertura do Oscar


Enviado pelo José Wilton Bezerra Júnior Bezerra.

Linha do tempo

Daqui pra lá, de lá pra cá...

Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, ou simplesmente Pablo Picasso, sentenciou: "É preciso de muito tempo para se tornar jovem". 

E eu, cá com meus botões, fico cogitando o quanto é envolvente essa mensagem para longas reflexões.

(Foto: Google)

Trampolim do Náutico



O Guto Benevides nos conta sobre os bons tempos da coragem juvenil, quando saltar de trampolim era desafio para os rapazes de Fortaleza. E da plataforma da piscina (caixa de salto) do velho e querido Náutico Atlético Cearense, então, era uma verdadeira prova de bravura!

Lembro, na década de 1960, do Aloísio Linhares, o famoso Caravelle, saltando do trampolim de 10, enquanto as lentes do cinegrafista Polion Lemos registrava a proeza para o reclame das Bombas King, na TV Ceará Canal 2.

E não parava por aí, não. O Guto recorda da equipe de Aqualoucos, dos Diários e do Náutico, que fazia miséria, saltando da tal da plataforma. Entre eles destacava-se o Gerado Santos, o Gato, irmão do Nardo e do Vavá; a turma do Cláudio Bastos: Orlando, Luiz Carlos Valente, Antônio Gaspar e até o hoje provecto (esse Guto arranja cada adjetivo) Marcos de Holanda. Alex Tavares, o Beto Studart, o Jânius, da Banda do Periquito e outros.

“Agora, pra saltar do último, as recomendações eram muitas: nunca de pernas abertas, se cair de costas desmaia etc. Um monte de conselhos e no final ainda diziam: 'Rapaz, se eu fosse tu, não ia não.' Aí, metade do pessoal já desistia nas recomendações”, finaliza Benevides.

(Foto: Google)

Costela de boi assada no forno

Diz o Disraeli Ponte que seu irmão Romel, o Bilinha, é um valente e dá conta de uma costela inteira!. 

Ingredientes 

- 1 peça de costela 
- 1 copo de vinho tinto seco 
- Sal grosso 
- Pimenta-do-reino preta em grãos 

Modo de preparo 

Quebre um punhado de pimenta-do-reino preta em grãos e a misture, na proporção de um para dez, com sal grosso. 

Passe a mistura de sal e pimenta sobre a carne e leve ao forno preaquecido. Durante o cozimento suba a temperatura paraa 250 graus, mas ao colocar a carne (com osso para cima), reduza a metade. 

Nesse ponto a carne leva até quatro horas para assar. Depois de 1 hora e meia, vire a costela, para que os ossos fiquem para baixo, e comece a regar lentamente com 1 copo de vinho tinto. 

Depois de 3 horas, espetando, teste a maciez da carne. Não se preocupe com a cor. Ao longo do tempo ela chega e ao terminar, estará crocante como se espera. Caso você queira mais crocante ainda, quando estiver quase pronto aumente a temperatura para 200 graus para dar o que os gaúchos chamam de "ligeirão". 

Bom apetite! 

(Fotos: Acervo Disraeli Ponte e Google)

Sermão em Orós


Enquanto eu o Giovani Diabo Louro tomávamos uma cajuína bem geladinha, observados pelo Pintim, o Manelzim chegou todo contrito para comentar sobre a belíssima homilia do Padre Djalvo, na derradeira missa dominical, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Orós.

Década de 1990. Totonho, Pintim, Manelzim e Giovani. A bandeja aí era só pra arengar com a gente!

Eu posso até estar enganado, mas tenho quase certeza de que o Manelzim foi  coroinha por muitos anos, largando o ofício para ser núncio mercantil pelas cercanias do Jaguaribe.

(Fotos: Acervo Ricardo Pinto Porto)