segunda-feira, 9 de junho de 2014

Relevo

 Lidia Feberman.

Definido como as formas de um corpo, o relevo origina-se e transforma-se sob a interferência de dois tipos de agentes: os internos e externos. Ou seja, os endógenos agem de dentro para fora e os exógenos na superfície.

Resumindo, existem várias formas de relevo: planaltos, planícies, cordilheiras, montanhas, morros, serras, chapadas, depressões, vales, escarpas, abismos, icebergs, vulcões etc.

(Foto: Google)

Carteiras escolares


Lembro demais das carteiras escolares do Colégio Christus, onde me alfabetizei e cursei o primário. De madeira escura e encerada, cada uma delas acomodava um par de estudante. Com uma leve inclinação, o seu tampo possuía uma fenda para o repouso de lápis e dois recortes circulares para encaixe dos tinteiros, que no meu tempo não tinham serventia, pois as canetas já eram esferográficas. Abaixo do tampo, existia uma espécie de prateleira para guardarmos livros e cadernos. O assento era composto de réguas espaçadas e o encosto, à 90 graus, formado por uma única e larga peça.

Curiosamente, quando nos movíamos com maior intensidade, a carteira deslizava pelo chão da sala de aula, desalinhando o seu conjunto.

A despeito das proibições e intimidações de severos castigos, quase todo mundo registrava seu nome na madeira, talvez para marcar sua existência ou mesmo espantar o enfado das monótonas lições. Ora, ninguém gostava de estar recolhido em uma sala, quando lá fora o sol convidava todos para atividades mais simpáticas da infância que cópias, tabuadas ou ditados.

Daí, era esperar a Dona Núbia, com a sineta à mão, bater a hora do recreio ou do final do dia de aula.

Ah, ia me esquecendo, em uma outra oportunidade eu contarei sobre os ônibus do colégio, que tinha como um dos motoristas o Seu Domingos, também técnico de futebol da gente.

domingo, 8 de junho de 2014

Stélio Valle


Stelinho.

Formado em administração de empresas, Stélio Romero do Valle (1950-2008) foi um talentoso compositor cearense que teve canções interpretadas por artistas de sucesso, como
Nara Leão, Raimundo Fagner, Ednardo e Núbia Lafayete, dentre outros.

(Foto: Google)

Chaplin & Gandhi


Charlie Chaplin e Mahatma Gandhi.

Sir Charles Spencer Chaplin (1889-1977), foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico.

Chaplin foi um dos atores mais célebres da época do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão.

Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948) foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano e o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como meio de revolução.

(Foto: Google)

Iracema

Abaixo, o trecho de Iracema, romance de José de Alencar, desenha uma mulher imaginada mais brasileira, com traços indígenas. No livro, que pretende criar uma lenda da origem do estado do Ceará, percebe-se também a abrangência de expressões nacionais.


“Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu?" onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.

Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.

A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru te palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá , as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.

Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.

Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas.

Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.

De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.

O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.

A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.

O guerreiro falou:

- Quebras comigo a flecha da paz?
- Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?
- Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.
- Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema."

Alencar, José de. Iracema. 26.ed. São Paulo, Ática, 1992. p. 16-8.

Rosa de menina e azul de menino


Indagado por que rosa é cor de menina e azul de menino, o professor Carlinhos Anafabético respondeu: “Não tem nada a ver com biologia ou psicologia. Tem, sim, com marketing. No final do século 19, as tinturas de tecidos eram caras que só, então os genitores não estavam nem aí com isso. A definição das cores certas para menino ou menina só apareceu no começo do século 20. E era ao contrário de hoje em dia. Um catálogo de roupas dos Estados Unidos de 1918 mostrava que, por ser mais forte, o rosa era apropriado aos garotos. E o azul, por ser delicado, às garotas. Somente entre 1920 e 1950 foi que as lojas começaram a sugerir azul para eles e rosa para elas, como maneira de sacudir as vendas. Essa ordem social tem sido reforçada desde então. Agora, a relação com alguma cor não determina coisíssima nenhuma personalidade ou sexualidade”.

(Foto: Google)

sábado, 7 de junho de 2014

Petrúcio Maia


Derradeiro dos oito filhos dos alagoanos Salvino da Costa Maia e Maria da Conceição Mesquita Maia, Salvino Petrúcio Maia (1947-1994) foi o único nascido no Ceará.

Petrúcio teve as primeiras lições de piano em casa, com as irmãs, estudando o instrumento com o mesmo constância com que se dedicava às leituras escolares.

Tornou-se um dos principais astros do cenário musical formado no Ceará nos anos 1960 e 1970, surgido a partir dos espaços universitários, teatros, bares e da TV Ceará - Canal 2.

Descobrindo-se compositor em meio a toda efervescência cultural e inquietude criativa, Petrúcio compôs canções com diversos colegas de geração, dentre eles, Antônio José Brandão (Acorda e sorri, Pé de sonhos e Estrada de Santana), Fausto Nilo (Dorothy L´amour e Frenesi, esta com Francisco Casaverde), Augusto Pontes (Lupiscínica), Climério (Conflito), Clôdo (Cebola cortada) e Capinan (Passarás, passarás, passarás). Canções que se espalharam pelo Brasil na voz de intérpretes como Ednardo e Raimundo Fagner.

Sua obra inclui ainda canções com letra e música do próprio Petrúcio, como Risada do diabo, Sertão azul e Batuquê de praia, registrada em compacto nas vozes de Fagner e Zico.

Mesmo com toda essa produção, Petrúcio deixou poucos discos solo. Gravou os álbuns “Melhor que mato verde”, de 1980, e “Cantos do Planeta”, lançado postumamente em 1996, registrando as parcerias do cearense com a esposa, a cantora e compositora mineira Bigha Maia.

Petrúcio faleceu em Fortaleza, em 6 de maio de 1994.

(Foto: Acervo Nelson Augusto)

Sushicha


Sushicha, invenção nossa genial Rossicleia!

(Foto: Acervo de Rossicleia)

Ré Misteriosa


Nathália Timberg.

A Ré Misteriosa foi uma telenovela exibida pela TV Tupi de 2 de maio a 28 de julho de 1966, escrita por Geraldo Vietri a partir do romance de J. Lorenz e dirigida pelo próprio Vietri.

O enredo contava a história de Elisa, uma mulher que abandonava o marido e o filho pequeno depois de um escândalo. Ao ficar só, queria voltar ao lar mas foi preterida e acabou na marginalidade, cometendo um crime. No seu julgamento foi defendida pelo próprio filho.
 
No elenco: Nathália Timberg, Lima Duarte, Hélio Souto, Marisa Sanches, Juca de Oliveira, Maria Luiza Castelli, Elias Gleiser, Marcos Plonka, Maria Célia Camargo, Sebastião Campos, Annamaria Dias, Marlene França, Ênio Gonçalves, Renê Dantas, Francisco Toledo, Teresa Campos, Norah Fontes,Luiz Humberto e Laerte Aparecido

Curiosamente, a telenovela era um grande dramalhão com a personagem de Nathália Timberg chorando em quase todos os capítulos.

(Foto: Google)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cultura!


Eu sempre tenho dito que a maior crise que vivemos é a cultural. Digo, porque confio na solução dela como a disseminação dos efeitos de saídas para as demais crises. Cultura reúne e interatua com a educação, saúde, infraestrutura, segurança... Enfim, é a base de tudo que vivemos e compreendemos. 

Falo isso porque há muito tempo, no poder público da gestão cultural, vejo a cultura ser tratada como coisa menor! Ora, chega da cultura ser combinada como moeda de troco político! Chega da cultura ser tão desprezada! Chega da cultura ser usada apenas como retórica para o alicerce da cobiça de desejos de fins eleitorais! Chega da cultura ser ajustada como, exclusivamente, projetos pessoais! Chega da cultura ser objeto de vaidade para currículo particular! Finalmente, chega da cultura ser tão tripudiada! 

Desculpem-me o desabafo, mas é que não dá mais para aguentar tanto descaso com a nossa cultura, que nos é um dos mais ricos bens imateriais que possuímos. 

Havemos o que todo lugar do mundo gostaria de ter: artistas de excelência, ambiência da melhor qualidade e histórico artístico de memorável relevância. E, mesmo com tudo isso, ainda derrapamos nas curvas das decisões e nos perdemos na falta de saber da nossa valorização artística. Isso, sem falar no colapso da nossa memória! 

Agora, dizer que fazem o melhor para a nossa cultura, é brincadeira! E de mau gosto.

(Ilustração: Rubem Grilo)

Cuecas

Cuecas no varal.

Cueca é uma peça do vestuário usada para cobrir e resguardar os órgãos sexuais.

No Brasil e em Moçambique é uma peça íntima masculina. Em Portugal, porém, é dita ao modelo feminino, ou seja, uma calcinha.

Na versão masculina, a sua costura é especialmente modelada para fornecer apoio as órgãos sexuais, podendo dispor de braguilha.

A palavra cueca deriva de "cu", de origem no latim vulgar culus, que significa ânus, e de "eca", do grego eco, que significa domicílio.

(Foto: Google)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Marcelo e os menudos

 Menudo.

Quem lembra da história de um menino de rua chamado Marcelo, que foi adotado pelo  Menudo, quando da passagem deles por Fortaleza, em meados dos anos 80?

Fazendo o maior sucesso, o grupo até compôs e incluiu em seu repertório uma canção homônima do garoto: “Marcelo é um menino tão pobre que lutando pela rua tenta sobreviver. Marcelo dorme sempre na praia, só espera da vida outro amanhecer”...

Mas, a adoção não durou muito. Naquela turnê, depois de Fortaleza, passando por Recife, Marcelo foi afastado em Salvador. Com seus poucos 12 anos, creio, de mala e cuia, o devolveram para a sua crua realidade, onde eram negados seus minguados sonhos. Na época, falaram que o motivo da exclusão de Marcelo teria sido o de querer fazer de menina os almofadinhas porto-riquenhos. Ninguém sabe.

Depois disso, nunca mais se ouviu falar o que dele foi feito. Por onde andará Marcelo?

(Foto: Google)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Rossy de Palma

Rossy de Palma.

Nascida Rosa Elena García Echave (1964), em Palma de Mallorca, Rossy de Palma é uma atriz e modelo espanhola.

Musa de Pedro Almodóvar, com quem fez vários filmes, a atriz, que apresenta um rosto de feições intensas e nariz adunco, o tipo conhecido na Espanha como perfil picassiano, afirma que jamais cogitou em se submeter a cirurgia estética porque se gosta e se aceita como é.

Seu marcante biotipo a tornou presença constante em desfiles de Jean-Paul Gaultier e Thierry Mugler.

(Foto: Google)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Brasil!


Se passarmos a politizar tudo na vida, vamos acabar perdendo o espírito da alegria de viver. 

Portanto, acredito que vai ter Copa, sim, e vou torcer é muito pela nossa Seleção!
 

Brasil! 

(Foto: Google)

Ascensores


Os ascensores de Valparaíso são parte essencial no transporte vertical dessa cidade do Chile. 

Com eles, os percursos demoram-se, comumente, cerca de um minuto em seu trajeto.   

Dezesseis deles foram declarados Monumentos Históricos Nacionais.

(Vídeo: Totonho Laprovitera)

Corbusier e Einstein


Le Corbusier e Albert Einstein.

Charles-Edouard Jeanneret-Gris (1887-1965), o Le Corbusier, foi um arquiteto, urbanista e pintor francês de ascendência suíça.

Considerado um dos mais importantes arquitetos do século XX, ficou conhecido por ter sido o criador da Unité d'Habitation, conceito sobre o qual começou a trabalhar na década de 1920.

Nos anos 1950, Le Corbusier exerceu uma grande importância na arquitetura brasileira.

Albert Einstein (1879-1955) foi um físico teórico alemão, radicado nos Estados Unidos, que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos dois pilares da física moderna (ao lado da mecânica quântica).

Conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia, E=mc2 - a equação mais famosa do mundo -, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por seus serviços à física teórica e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico". O efeito fotoelétrico foi fundamental na afirmação da teoria quântica.

A teoria da relatividade geral fora comprovada em Sobral, Ceará.

(Foto: Google)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pensar


Pensar é o processo pelo qual a consciência apreende em um conteúdo determinado objeto; refletir; formar, combinar ideias. Meditar, raciocinar. Supor, cuidar, imaginar. Cogitar, planejar.

(Foto: Acervo Celso Barreira)

domingo, 1 de junho de 2014

Dercy & Oscarito

 
Dercy Gonçalves e Oscarito.

Dolores Gonçalves Costa, ou seja, Dercy Gonçalves (1907-2008), foi uma atriz, humorista e cantora carioca, vinda do teatro de revista. Conhecida por suas participações na produção cinematográfica brasileira das décadas de 1950 e 1960, foi reconhecida pelo Guinness Book como a atriz com maior tempo de carreira na história mundial (86 anos).

Celebrizada por suas irreverentes entrevistas, bom humor e uso constante de palavrões, foi uma dos maiores expoentes do teatro de improviso brasileiro.

Oscarito, ou seja, Oscar Lorenzo Jacinto de la Imaculada Concepción Teresa Diaz (1906-1970) foi um ator hispano-brasileiro, considerado um dos mais populares cômicos do país. Ficou famoso pela dupla que fez com Grande Otelo, em comédias.

Filho de pai alemão e mãe portuguesa, nascido em família circense,
Oscarito veio para o Brasil com um ano de idade e somente naturalizou-se em 1949.

Aos cinco anos de idade estreou no circo, onde aprendeu a tocar violino e também a ser palhaço, trapezista, acrobata e ator. Estreou no Teatro de revista em 1932, e em 1935 no cinema, arte em que ganhou enorme popularidade no país.

Fez parceria com Grande Otelo em diversos filmes de chanchada. No Brasil, era comparado com os maiores humoristas do cinema internacional, como Charles Chaplin ou Cantinflas.

(Foto: Google)

Mitotônio


Nascido em Granja, Ceará, Antônio Edgard da Silveira, mais conhecido por Mitotônio (1916-1951), fez história no futebol cearense.

Mitotônio chegou em Fortaleza em 1919. Sem ter contrato formal assinado, jogou pelo Fortaleza, de 1938 a 1939. No início de 1940 foi jogar no Ceará, onde ficou até 1945, quando transferiu-se para o Náutico, de Recife, e voltou ao Ceará em 1946, onde permaneceu até 1951, tornando-se um de seus maiores ídolos.
 
Foi campeão cearense em 1938, pelo Fortaleza, e em 1941, 1942 e 1948, pelo Ceará. Pelo Náutico, conquistou o campeonato pernambucano de 1945.

Em 1o de abril de 1951, Mitotônio almoçou uma panelada e logo em seguida foi jogar. Durante a partida, passou mal e não retornou a campo para o segundo tempo. Depois de ser levado à Assistência Municipal foi para casa, onde faleceu aos 35 anos de idade. O diagnóstico foi congestão estomacal aguda.

Na fatídica peleja, Mitotônio foi marcado pelo right-back (lateral-direito) Airton Monte, do Gentilândia Atlético Clube, que na época chegou a ser acusado de ter ocasionado a morte do atleta. Sobre o caso, Airton comentou: “Andaram insinuando que tinha sido uma porradas que eu teria dado nele no jogo. Mas isso é de gente maldosa. Eu nem toquei nele. Sempre marquei duro, mas com lealdade”... “O Gentilândia foi ao ataque e eu apoiei pela direita. Aí perderam a bola e o Pipiu veio no contra-ataque e chutou. A bola pegou no travessão superior e, na volta, ele aproveitou para cabecear e caiu de joelhos, com a mão na cabeça. Eu vinha correndo atrás dele e cheguei perto e perguntei: ‘O que foi, Mitotônio?’. Ele respondeu: ‘Rapaz, parece que enfiaram uma espada na minha cabeça’”... “Quando eu estava voltando para o segundo tempo, passei por ele e ele estava sentado do lado de fora do gramado, com os pés dentro de um buraco, porque tava tendo reforma naquela época. Eu perguntei se ele tinha melhorado, se ia voltar e ele disse: ‘Vô não, vomitei como um todo’”.

(Foto: Google)

O tarado das calcinhas


Em um condomínio da periferia de Fortaleza, um tarado foi flagrado furtando as calcinhas do varal de sua vizinha, que estava de olho em seu quintal desde quando percebeu que suas calcinhas estavam sumindo.

Com ele, em sua morada, a polícia descobriu 65 peças, dentre elas, 15 sutiãs, 26 calcinhas e meias.

Assustada com o sumiço das roupas, a vizinha ainda ficou sem dúvida se o ladrão não estava fazendo algum jogo sexual.

O tarado jura que cometeu tal delito em razão de uma nobre causa de solidariedade que estava fazendo parte: a de doação de roupas íntimas às desamparadas necessitadas.

(Foto: Google)