terça-feira, 14 de outubro de 2014

Pastinha


Pra quem não sabe, pastinha é um penteado em que uma pequena pasta de cabelo é puxada para a testa.

Agora, apesar de rejuvenescer a aparência, muitas mulheres não fazem uso da pastinha porque alegam que ela pode criar oleosidade na testa.

(Foto: Google)

Mestre Didi, na Frieze Masters


Em Londres, na Frieze Masters, importante feira internacional de arte contemporânea que reúne participantes de dezenove países, a galeria Paulo Darzé se faz presente com a mostra de Mestre Didi, Deoscoredes M. dos Santos, escritor e artista plástico baiano.

Roberto Carlos, O Careta

Roberto.

Em 2004, o cantor Roberto Carlos foi condenado, por plágio, a pagar uma multa de R$ 2,6 milhões ao compositor Sebastião Braga.

A ação de Sebastião, que, anos antes, havia composto a canção sob o nome Loucuras de Amor, tramitou durante longos 14 anos. 

A música foi retirada do catálogo discográfico do Rei.

(Foto: Google)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Negócio do turfe


Certa vez, fui expor em Brasília pinturas e desenhos, com Raimundo Fagner e Aldemir Martins, no Salão Verde do Congresso Nacional. Bastante visitada, a mostra reuniu diversas personalidades e fez o maior sucesso.

No dia seguinte da exposição, o empresário José Lírio, cearense bem sucedido no Planalto Central, me convidou para almoçar em sua casa do Lago Sul, com direito a levar três amigos. Chamei, então, Fagner, e dois amigos de Brasília: uma autoridade do judiciário e um empresário do setor imobiliário.

Pois bem, após o lauto almoço, regado a um fino digestivo, a conversa fluiu leve e bem-humorada. Zé Lírio contava as suas inúmeras e interessantes histórias, que maravilhavam à todos. Dos diversos assuntos, um se prolongou: Turfe!

Entusiasmado, Zé Lírio não parava de narrar sobre seus vitoriosos momentos em grandes prêmios no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro – onde tinha o maior número de baias do hipódromo –, no Jockey Club de São Paulo e no Hipódromo Argentino de Palermo, em Buenos Aires. Afirmava que corrida de cavalos não lhe rendia dinheiro, mas o ajudava na rede de contatos, portanto, tornava-se um negócio.

Aí, a autoridade indagou-lhe se a atividade era um bom negócio. Zé disse que a manutenção de um plantel de boa linhagem era altamente dispendiosa e que, quando o resultado financeiro dava empate em seu saldo, ele considerava lucro. Por um instante, o ministro calou e perguntou:

- José, que bom negócio é esse em que o empate é considerado lucro?
- Autoridade, posso lhe responder com uma pergunta? Retrucou.
- Claro. Pode, sim.
- Rapariga dá lucro?!

Tempo de prisão


Essa quem me contou foi o Sitônio da Parangaba.

Na cadeia, dois presos conversavam:

- E aí, macho, quantos anos você pegou?
- Quatro anos...
- E o que foi mesmo que você fez?
- Nada...
- Nada?!
- É, nada...
- Arre égua, e “nada” só dá quatro anos?!

Diga aí, Cícero!


"Não sabermos o que aconteceu antes de termos nascido é permanecermos eternamente crianças." (Cícero) 

Havido como uma das mentes mais versáteis da Roma antiga, Marcus Tullius Cicero (106 a.C.-43 a.C.) foi filósofo, orador, escritor, advogado e político. Apresentou aos Romanos as escolas da filosofia grega e instituiu um vocabulário filosófico em latim, distinguindo-se como um linguista, tradutor, e filósofo. 

Extraordinário orador e advogado de sucesso, Cícero cogitava a carreira política como a sua maior façanha. Hoje em dia, ele é admirado sobretudo pelo seu humanismo e trabalhos filosóficos e políticos. Notadamente influente e rica de detalhes, a sua correspondência inseria a arte de cartas refinadas à cultura europeia.

(Foto: Google)

Lambivara

Lambivara.

Para o internacional Manassés de Sousa, virtuoso músico cearense, Lambivara foi o maior sanfoneiro da história de Maranguape.

(Foto: Acervo Manassés de Sousa)

domingo, 12 de outubro de 2014

Papo cabeça


Quando era menino, danado que só, brincando, de uma vez eu subi na escada do mezanino da garagem lá de casa e, ao descer de costas, sem olhar pra trás, perdi um degrau e caí, batendo com a nuca num engradado de madeira. Apaguei na hora e só fui tornar mais tarde, já sob os olhares dos meus pais e de um médico, chamado para me assistir. Examinado e medicado, tive muita sorte de não ter sofrido algo de grave, pois até de enferrujados pregos sobrando no engradado eu me livrei.

Agora, por que vocês acham que estou falando sobre esse meu desastre? Bem, é segredo, mas, vou contar.

Toda vez que experimento um chapéu ou boné, eu sinto a maior dificuldade em encontrar o número exato para a minha cabeça. E o interessante é que não tenho a cabeça grande, não. Muito embora, injustamente, na minha infância, eu já tenha sido arengado por diversas vezes sendo avocado pelo apelido de Cabeção. Quando era de Oião, tudo bem, até porque não condizia com a verdade, pois a viva expressão de meus olhos fazia com que eles parecessem graúdos. Quando era de Vela Branca, aí, eu nem ligava, afinal de contas, quando miúdo, chamavam-me carinhosamente de Branquidade. Tolas implicâncias, na época corriqueiras, que hoje chamam de bullying, né?

Pois bem, mas, voltando ao assunto da dimensão da minha caixa craniana, eu acho que o galo estabelecido pelo acidente supra citado solidificou e se tornou uma protuberância óssea no coco da minha cabeça, chega tem é Zé para um chapéu ou boné vestir facilmente o meu quengo.


(Imagem: Google)

Tarde em minha infância

Edifício César Cals, hoje.

Na segunda metade dos anos 60, quando era pequeno, eu morava na rua Tibúrcio Cavalcante, na Aldeota. De lá, costumeiramente, eu seguia à pé para a avenida Santos Dumont, pegava o ônibus e ia bater no Centro da cidade, rumo ao consultório dentário do meu pai, no Edifício César Cals, na esquina das ruas Liberato Barroso com Barão do Rio Branco.

Lá, chegando, papai me dava dinheiro para eu cortar o cabelo com o Seu Chicó, no salão que ficava numa travessa por trás da loja Cruz de Ouro, do Seu Petrônio. Ao pagar Seu Chicó, com direito à gorjeta, por orientação de meu pai, eu me dirigia à Loja de Variedades para tomar um dos melhores sorvetes de chocolate da cidade – o outro era o do clube do Náutico.

Concluído o roteiro, eu voltava ao consultório e ficava em uma pequena sala, brincando com os instrumentos e materiais odontológicos em desuso que encontrava. Ao término do expediente, me abancava na cadeira de dentista para meu pai examinar meus dentes e, depois, pegarmos o carro e voltarmos pra casa conversando e ouvindo um certo programa de rádio que só tocava música de forró, cheio de recados, que era tradição nas emissoras da moça Fortaleza.

Campos de concentração no Ceará


Não sei se essa história já consta nos livros didáticos até o momento, mas nas secas de 1915 e 1932 o governo brasileiro criou campos para confinar retirantes que fugiam das secas. Esses campos ficaram conhecidos como os currais do governo.

A razão dessa estratégia adveio do medo de invasões e saques dos flagelados da seca em Fortaleza, como havia ocorrido em 1877, quando famintos sertanejos invadiram a capital cearense, apavorando a população urbana.

Nos currais do governo, os sertanejos acampados recebiam alguns cuidados e comida. Podiam até trabalhar nas frentes de obras, mas, sempre vigiados por soldados. Calcula-se que milhares de flagelados foram confinados nesses campos, onde as desumanas condições resultavam em inúmeras mortes.

Ainda durante essas secas, muitos flagelados cearenses migraram para a Amazônia, em 1915, ou foram enviados para o combate nas trincheiras da Revolução de 1932, em São Paulo.

Além dos campos de concentração na capital cearense, no Alagadiço e no Pirambu – ou Campo do Urubu, como ficou conhecido –, foram estabelecidos outros nas cidades do Crato, Cariús, Ipu, Quixadá, Quixeramobim e Senador Pompeu.

(Foto: Google)

sábado, 11 de outubro de 2014

Boboca


Boboca, diz-se da pessoa que fala ou que faz tolices.

Falando em tolices, não dá pra esquecer sobre a mudança do nome da Avenida Dedé Brasil. Vejam só, quanta asneira do vereador Antônio Henrique: "É que a avenida tem muitos nomes - Dedé Brasil, Pedro Ramalho, Parajana, 4º Anel - então vamos uniformizar só em um”.

E por que não deixar um dos que lá já estão, consagrados pelos moradores e pelos Correios? Perguntam ao bajulador.

Ora, certamente, pela justificativa (não seria desculpa?), ele desconhece a história da cidade que representa e, ainda, acha que faz o povo de besta.

Parece que o desnecessário vereador Antônio Henrique quis aparecer e apareceu.

(Foto: Mauri Melo)

Chitão em Sobral

Junho de 1964. Chitão do Country Club, em Sobral. 

 
Da esquerda para a direita: Chico Monte (filho do Sr.Totonho), Antonio Maurício (Toinho) e Edilson Maia (filho do Sr. Melquíades).

(Foto: Acervo Zezinho Ponte)

Marminino!


Filho de um inspetor de escolas e queridinho da família, o menino Vladimir Ulyanov tornou-se Lenin, um revolucionário e chefe de Estado russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917, líder do Partido Comunista, e primeiro presidente do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética.

(Foto: Google)

Laço


No Antigo Egito, o laço ou o “Nó de Ísis”, a deusa da fertilidade e da maternidade, filha de Hórus, simbolizava a eternidade. Nesse sentido, o laço representava a união entre os deuses e os homens, o céu e a terra.

(Foto: Google)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Picasso e Dali


Pablo Picasso e Salvador Dali interpretando o mesmo modelo: um ovo. Cubismo e Surrealismo.

(Ilustração: Google)

Levitação


Do latim levis, a levitação é o processo com o qual se realiza a suspensão de um corpo em posição estável, mediante o uso de forças praticadas sem contato algum com o mesmo, contestando, desse jeito, a lei da gravidade.

(Foto: Google)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Boné


O boné é um tipo de chapéu de formato circular, com uma aba voltada sobre os olhos. É uma peça de amplo uso, tanto por homens como por mulheres, de todas as idades.

O boné é bastante usado pelos desportistas, sendo sua principal função proteger a cabeça dos raios solares e impedir que a luz incida diretamente sobre os olhos.

O boné, ainda, muitas vezes compõe o traje informal, sendo comum o seu uso com a aba voltada para a parte de trás da cabeça, especialmente pelos jovens.

(Foto: Google)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Marrapá!


O rebelde rapaz Nicolas Paul Stéphane Sarközy de Nagy-Bocsa, tornou-se advogado, político e presidente da França. Juntamente com o bispo de Urgel, também foi co-príncipe de Andorra.

(Foto: Google)

Dedos em V


Na década de 1960, os dedos em V era o símbolo ligado ao seu significado mais conhecido, o de paz e amor.

Acredita-se que a primeira vez que o gesto foi feito, aconteceu na batalha de Agincourt, em 1415. Arqueiros franceses ameaçaram arrancar dois dedos dos arqueiros britânicos, aqueles que seguram a corda do arco, durante a batalha. Depois da batalha, os britânicos exibiram seus dois dedos, mostrando que eles ainda estavam intactos.

Este tão utilizado símbolo teve vários significados com o decorrer dos anos. O estadista britânico Winston Churchill, por exemplo, costumava usar o V em sinal de vitória em questões políticas.

(Foto: Google)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Antiguidades de Fortaleza

Prato, do Restaurante Ramon.

O acervo de antiguidades do Lincoln Machado é um dos mais preciosos que conheço. 

Castiçal, do Restaurante Ramon.

Além de contar a história de Fortaleza, ele nos ensina sobre a tradicional arte do nosso bem viver.

(Fotos: Totonho Laprovitera)