quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Berimbelo


Geralmente, chama-se berimbelo quando alguém se esquece o nome de uma coisa. Portanto, tudo pode se denominar berimbelo.

(Foto: Google)

Herman Torres

Herman Torres, em estúdio.

Alagoano de Maceió, Herman Torres Filho (1958), o Mani, é cantor, compositor e instrumentista.

Quando sua família foi para o Rio de Janeiro em 1964, Herman não demorou muito a voltar para Maceió, onde permaneceu durante anos. 

Herman Torres na viola, no show de Alceu Valença, no Teatro Tereza Rachel, no Rio.

Em sua trajetória, Mani formou parcerias musicais com destacados talentos da MPB. Gravou discos como cantor, arranjador, diretor musical e participou de uma das formações da banda Gang 90 & As Absurdettes, durante o boom do rock nacional dos anos 1980, no ritmo da new wave

Herman Torres, na banda Gang 90 & As Absurdettes.

Emplacou algumas trilhas sonoras de novelas da Rede Globo (Nosso Louco Amor, 1983) e participou do especial infantil Plunct, Plact, Zum!, com a música Será Que o King Kong é Macaca?.

Herman Torres, em compacto de 1984.

Não é difícil encontrar o nome de Herman Torres nas fichas técnicas de diversos discos de sucesso, como compositor, cantor, instrumentista ou arranjador. Na histórica Gang 90 & As Absurdettes, ele marcou seu nome na música brasileira, embora, como sina de compositor, seja desconhecido do grande público.

(Fotos: Google e Acervo Herman Torres)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

ARTEQUATTRO Convida

“Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.”  (Miguel de Cervantes, em Dom Quixote de la Mancha)


Crendo no olhar na mesma direção e no sonho da concretização de desejos, a ARTEQUATTRO, que tem por finalidade a articulação dos diálogos entre artistas, público e mercado de artes, realiza a sua primeira exposição coletiva.

Em comunhão de talentos e sentimentos, os artistas Cadeh Juaçaba, Carlos Lebran, Rodrigo Frota, Totonho Laprovitera e Zé Tarcísio apresentarão trabalhos em pintura, escultura e fotografia. 

A mostra, que homenageia a artista plástica Heloysa Juaçaba (1926-2013), inaugura a série de eventos de arte que a ARTEQUATTRO agenda para a sua programação cultural de 2015. 

Os artistas: 


Cadeh Juaçaba (Fortaleza CE 1989), artista plástico e designer. 


Carlos Lebran (Fortaleza CE 1975), escultor. Membro fundador da Academia Cearense de Artes Plásticas. 


Rodrigo Frota (Fortaleza CE 1984), fotógrafo e artista visual. Bacharel em publicidade e propaganda. 


Totonho Laprovitera (Fortaleza CE 1957), artista plástico, letrista, arquiteto e urbanista. Membro fundador da Academia Cearense de Artes Plásticas. 


Zé Tarcísio (Fortaleza CE 1941), artista plástico, artista intermídia, gravador, escultor, ator, cenógrafo e figurinista. 

Produção executiva: ARTEQUATTRO
Coordenação: Fernando Victor Laprovitera

ARTEQUATTRO Convida 
Vernissage: 25 de Fevereiro de 2015, às 20h.
Visitação: de 26 de Fevereiro à 17 de Março de 2015. De segunda à sexta, de 9 às 19h. Aos sábados, de 9 às 14h.

Galeria Ouvidor
Rua Professor Dias da Rocha, 853 – Aldeota – Fortaleza – Ceará – Brasil – CEP 60170-285
Tel.: +55 (85) 3267-6766
contato@4rtequattro.com.br

Lixo


Foto de Justin Ritchie.

Assalto em casa de praia


Um programa policial de uma rádio local noticiou que, durante um assalto em uma casa de praia, os ousados bandidos trancaram as vítimas num pequeno quarto. 

Quando, para causar constrangimento, forçaram todos a se despirem, nua, uma recatada dona não se aguentou. Arregalou os olhos para abaixo da cintura de um dos amigos e, quase sussurrando, manifestou a sua surpresa: 

- Compaaadreee... 

(Foto: Google)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Espiando


Espiando muita coisa por aí, eu penso: É muita transpiração para pouca inspiração.

(Foto: Google)

Biblioteca FRFagner


Ontem foi inaugurada a Biblioteca da Fundação Raimundo Fagner, instalada com carinho e esmero profissional, em ação modelar de largo alcance social e cultural!

Mais do que um espaço físico onde se guardam livros, documentos e coleções, a biblioteca da Fundação Raimundo Fagner traz em seu conceito a criação de um ambiente destinado ao conjunto de informações com a finalidade de auxiliar pesquisas e trabalhos escolares - como centro de conhecimento - e, sobretudo, à prática do precioso hábito de leitura.

Parabéns à FRF!

(Foto: Acervo Raimundo Fagner)

Antigamente


Antigamente era assim.

(Foto: Acervo Carlos Juaçaba)

Feira da Sulanca


Inicialmente, a Feira da Sulanca surgiu em Santa Cruz do Capibaribe, cidade da zona do agreste de Pernambuco, a partir dos retalhos de helanca trazidos da cidade de São Paulo. 

Durante muito tempo, o termo sulanca ficou admitido como pejorativo para roupa de baixa qualidade e, logo, a Feira também seguiu durante muitos anos a pecha de só ter produtos de baixa qualidade. Hoje, ela é uma espécie de atacado para pequenos comerciantes de outras cidades, que chegam em ônibus fretados para a feira, vindos de diversas partes do Brasil. 

Surgido na década de 1960, o termo sulanca advém de helanca vinda do sul, quando os comerciantes de Santa Cruz do Capibaribe começaram a fabricar e vender as peças de roupa, aproveitando retalhos de helanca trazidos de São Paulo, além do próprio tecido. 

(Foto: Google)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sobreviventes de Auschwitz


O sobrevivente de Auschwitz Bogdan Bartnikowski, 82, foi registrado no campo com o número 192.731. Ele tinha 12 anos quando foi levado junto de sua mãe ao campo de concentração nazista localizado na Polônia. Ele foi levado para outros campos muitas vezes até ser libertado.


Bogdan mostra uma foto da família. Depois que foi libertado de campos de concentração nazistas, ele trabalhou como piloto e tornou-se jornalista e escritor. 

Fonte: Uol.
(Fotos: Kacper Pempel/Reuters)

Unhas dos pés


As unhas dos pés precisam da mesma atenção e cuidado das unhas das mãos, pois a estética deve ser a mesma em todas as partes do corpo humano. 

Para ter os pés bonitos e arranjados, além da proteção e cuidados com a pele, é preciso melhorar o aspecto e a beleza das unhas. 

(Foto: Google)

Fagner x Chico Pio

Fagner e Chico Pio.

Era seguinte ao dia do lançamento do CD do Stelinho Vale, no Sérgio Pinheiro, lá pelo Dragão do Mar. Chico Pio me ligou para dizer que o Raimundo Fagner não dava a atenção que ele julgava ser merecido.

- Será que não, Chico?
- Dá não, papai, dá não...
- Chico, é porque às vezes a gente pode não perceber a hora ou o momento para a atenção esperada...
- É não, papai. Eu sei que você não tem nada a ver com isso, mas sei que você é conciliador e eu tô lhe ligando pra desabafar.
- Chico, amigo é aquele que não faz esse tipo de cobrança a outro...
- Acontece, papai, que vou ligar pro Raimundo e dizer umas verdades, tá?!
- Ora, mas tá, Chico. Tudo bem, boa sorte.
- Valeu, papai, depois eu ligo pra contar como foi.
- Tudo bem.
- Tá bom.

Meia hora depois o telefone tocou. Era novamente o Chico:

- Papai, tô de peito lavado!
- Que foi, Chico?
- Ora, liguei e disse tudo o que eu queria! Desabafei mesmo!
- E aí?
- O homem é inox mesmo, tem resposta pra tudo!

(Foto: Google)

Com Fagner, na Rede Mackenzie

Barra da Tijuca.

No Rio de Janeiro, o Fagner me convidou para ir à praia, mais precisamente na Rede Mackenzie, na Barra da Tijuca. Chegando lá, constatei sua grande popularidade e, principalmente, o afeto dispensado por seus amigos. Dentre eles, por exemplo, figuras ilustres como Zico (que na época disputava com Fagner a artilharia na pelada do campo do Armando Kfuri), Bernard (do vôlei) e Júnior (do Flamengo). Ao voltarmos, atravessando a avenida, juntamente com o Zico e o Bernard, passou um carro acenando e buzinando pra gente. Falei:

- Deve ser pra vocês.
- Claro, Totonho, tu mal chegaste aqui e já quer que seja pra ti?

Todos riram e eu calado fiquei. A noite ele me ligou e disse:

- Rapaz, nem te conto, não é que aquele carro buzinando era pra ti. Mais tarde me encontrei com eles, que são do Ceará, e perguntaram o que tu tava fazendo por aqui.

Não sei se o amigo falou a verdade, mas sei que dei valor pela força que ele me deu.

(Foto: Google)

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Mestre Aldemir


Em 1997, quando participei de uma coletiva de pinturas com Aldemir Martins e Fagner, em Fortaleza, o hábito de fumar charuto estava pegando moda.

Pois bem, na montagem da exposição, Aldemir me perguntou onde poderia comprar charutos. Daí, falei da existência de uma charutaria que era do Pagliuca, conhecido dele, porém, se ele desejasse, eu tinha um muito bom que havia ganho recentemente. 

Aceito o regalo, Aldemir agradeceu e passou a crer que eu era um habitual charuteiro. De início, foi ao Pagliuca, me inscreveu no seleto Clube do Charuto, onde comprou-me boas marcas. Desde então, toda vez que vinha à Fortaleza, trazia-me maços dos mais famosos fabricantes. 

Em uma das últimas vezes que estive com o mestre Aldemir, além dos charutos, ele me presenteou com um belo chaveiro feito com amostras de diversas madeiras nobres brasileiras, o qual uso como porta-chaves da sede da Artequattro, mais do que um empreendimento, um projeto de vida dos Laprovitera da arte.

(Foto: Totonho Laprovitera)

Arte!


“A arte existe porque a vida não basta.” (Ferreira Gullar)

Universos


Como diria Toim da Meruoca, “Quando me falta tempo, eu crio universos”.

(Foto: Totonho Laprovitera)

Sobreviventes de Auschwitz


Lajos Erdelyi, 87, sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, comandado pelos nazistas, guardou um desenho feito por um dos prisioneiros do campo. Erdelyi foi levado para o mortal local em maio de 1944 e, tempos depois, foi levado para outro. Quando foi libertado, pesava menos de 30 kg, mas tentou andar até sua casa. No meio do caminho, desmaiou e foi levado ao um hospital por um agricultor. 

Fonte: Uol.
(Foto: Laszlo Balogh/Reuters)

Invenção do século?


Ao ver a foto do insaciável Bosco tomando uma cerveja pelo canto da boca, Paulo César Norões comentou:

- Oxe, garrafa comestível, agora, é? Que nem casquinha de sorvete?

Daí, Daniel Lima emendou: 

- Seria a invenção do século, Paulo César Norões.

Acompanhando tal diálogo, o professor Carlinhos Analfabético já se prontificou estudar a possibilidade do uso da casquinha como embalagem de cerveja. E nos adianta:

- A probabilidade de dar certo é graúda, dependendo da fórmula do invólucro. A fibra obtida dos tecidos do torresmo pode ser a solução para obtermos êxito em tal desafio.

(Foto: Totonho Laprovitera)