quarta-feira, 11 de abril de 2018

Laçador


Dentre as novas profissões, atualmente, uma das mais bem remuneradas é a de “laçador” de pacientes para o atendimento nas chamadas clínicas populares.

Sem necessitar de qualquer formação acadêmica para o seu exercício, o “laçador” só precisa ter muita disposição mental e física, agilidade nas ações, poder de convencimento e atitude de arrastar o paciente à sua finalidade. 

Um dos mais concorridos pontos de atuação dos “laçadores” se encontra pelas cercanias da Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza. 

(Foto: Natinho Rodrigues)

terça-feira, 10 de abril de 2018

Causa nobre


Outro dia eu li que as universidades distinguem o título de Doutor “Honoris Causa” – que quer dizer “Causa Nobre” e se constitui em um dos mais elevados graus acadêmicos – a quem desempenha funções de grande valor na sociedade, ou seja, ao responsável por uma causa de superior significado. 

Falando nisso, ao ser perguntado por qual motivo ele voluntariamente cerzia a calça do surrado paletó do largado mendigo Benedito, “seu” Geraldo Magela, modesto alfaiate do Bairro Quintino Cunha, respondeu: - “Ora, ora, a calça é nobre.”

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Era uma vez uma barba


Era uma vez uma barba. 

Pois é, uma barba é apenas o conjunto de pelos que cresce no queixo, nas faces e na frente do pescoço de um homem. 

Chama-se pogonologia o estudo da barba. 

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(Fotos: Zecaneto)

sábado, 7 de abril de 2018

É difícil


Contam que, antigamente, quando o bravo nordestino trabalhava duro na construção de um prédio na cidade de São Paulo, ele sempre costumava dizer: - “É difícil!” 

Não sei se procede, mas há quem acredite e defenda de pés juntos que foi daí que adveio a palavra “edifício”.

(Foto: Google)

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Pegar pra Cristo


Na linguagem popular, segundo o professor Carlinhos Analfabético, a expressão “pegar pra Cristo” significa atribuir a alguém os malfeitos de outrem.

(Foto: Zecaneto)

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Receita de pintura


Eu vejo as coisas ao meu redor procurando enxergar que a vida com arte, no mínimo, pode contribuir para um mundo melhor. Mais do que acreditar em um povo, acredito em uma civilização, daí busco pensar o agora mirando além do meu tempo. Como registro isso em meus trabalhos? Ora, eu posso responder com o fechamento de um texto escrito por mim para uma exposição: “Na minha pintura, a simples receita: Na paleta da vida, misturo arte com amor!”. 

(Foto: Zecaneto)

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Telecatch Montilla


O Telecatch Montilla era um programa de lutas-livres encenadas, que fez o maior sucesso na década de 60. 

Nele, o vilão sempre se aproveitava da desatenção do juiz e batia covardemente no mocinho. O público se desesperava e jogava tudo quanto era bregueço no ringue. 

Na luta, valia mordida, dedos nos olhos, tijoladas na cabeça e até bater no juiz. Quando o bonzinho parecia estar lascado, ele reavia as forças, dava uma série de tesouras voadoras e derrotava o malvado. 

O principal lutador era Ted Boy Marino e Crispim, o juiz mais famoso.

(Imagem: Google)

domingo, 1 de abril de 2018

sexta-feira, 30 de março de 2018

Zepelim em Fortaleza


Quando ele passava, alvoroçava a população e os assombrados diziam que era o fim do mundo! 

Na verdade, o Zepelim era um Blimp, dirigível de menor porte, inflado com o inflamável gás hidrogênio. 

Pois é, de 1944, a foto acima mostra o dirigível K-84 decolando do Pici Field, na provinciana Fortaleza, para a sua primeira travessia transatlântica, na Segunda Guerra Mundial.

quinta-feira, 29 de março de 2018

terça-feira, 27 de março de 2018

Músicos, música


Na foto, da esquerda pra direita, Arismar do Espírito Santo, Cainã Cavalcante e Hermeto Paschoal. 

Como falar desses virtuosos músicos, se as suas linguagens transcendem o universo das palavras? Ora, simplesmente, digamos apenas que eles, em melodia, harmonia, ritmo e sentimento, são música. 

(Foto: Arquivo Ronaldo Cavalcante)

sábado, 24 de março de 2018

sexta-feira, 23 de março de 2018

Papacu, cupapá...


Na inocência dos anos 60, em ritmo de valsa, essa graça era comum: 

- Papacu, cupapá, papacu, cupapá... – cantava o gaiato. 
- Vira o disco, maestro! – dizia o combinado. 
- Cupapá, papacu, cupapá, papacu... – emendava o gaiato. 

Hoje em dia, certamente, essa simples brincadeira teria um outro sentido e não seria entendida como uma pura e ingênua pilhéria, mas sim, como incitação ou apologia a sabe-se lá ao que, né?