terça-feira, 6 de maio de 2014

Terremoto

Vivi Terremoto.

Um grande sismo, quando ocorre em zonas habitadas e tem efeitos catastróficos, são popularmente designados pelo termo terremoto.

(Foto: Google)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Coragem


Segundo o estudioso professor Carlinhos Analfabético, "os animais irracionais manifestam coragem por causa dos seus instintos primitivos e precisão de sobrevivência”.

(Foto: Google)

domingo, 4 de maio de 2014

Brasil x Espanha

Na década de 1980.


Sobre a foto acima, conta Adrian Vogel: “No Rio de Janeiro. Os músicos de Raimundo Fagner vs. os de Paco de Lucía. Rimos muito, apesar da goleada sofrida (brasileiros eram e são muito bons). Paco é o de camisa vermelha, com boné. Berry, seu gerente e Serrat, também está de pé (com calça amarela mostarda). Estou agachado, segundo da esquerda (com a camiseta "I Want Your Sex", de George Michael). Raimundo é o penúltimo, com camiseta branca, sem mangas.”

(Foto: Acervo de Adrian Vogel)

Passeata dos Cem Mil


Eva Todor, Tônia Carrero, Eva Wilma, Leila Diniz, Odete Lara, Norma Bengel, Ruth Escobar e de terno claro Mario Pedrosa, na linha de frente da passeata.

Organizada pelo movimento estudantil, com a participação de artistas, intelectuais e diversas personalidades da sociedade brasileira, a Passeata dos Cem Mil foi uma manifestação popular de protesto contra a Ditadura Militar no Brasil, ocorrida em 26 de junho de 1968, na cidade do Rio de Janeiro.

(Foto: Google)

sábado, 3 de maio de 2014

Febre aftosa


Para quem está querendo se vacinar, a febre aftosa (Aphtae epizooticae) é uma doença viral altamente contagiosa que só afeta animais biungulados, ou seja, animais que possuem dois dedos. Os mais afetados são os bovinos e os suínos.

Agora, é bom saber que o Ceará está livre de febre aftosa. Com 94% do rebanho vacinado contra a doença, ele pode comercializar carnes e produtos relacionados ao gado com mais segurança e controle de qualidade.

(Foto: Google)

Telecath Montilla

O Telecath Montilla fez muito sucesso na televisão brasileira nos anos 1960. Nele, o astro principal era Ted Boy Marino. Famosos como os reis do ringue, os outros personagens eram: o ardiloso Mongol, o excêntrico Leopardo, o prodigioso Tigre Paraguaio, o misterioso Verdugo, o folgado Tony Videla, o chato Rudy Pamias, o brutal Rasputin Barba Vermelha, o campeão Caruso e os irmãos estilistas Beto e Sergio.

Os combates encenados eram sempre travados entre um “bonzinho” e um “malvado”. E valia tudo! Mordida, unhada, dedos nos olhos, tijoladas na cabeça, limões espremidos nos olhos, supercílios cortados com gilete e até bater no juiz. Aproveitando o cochilo do juiz, o vilão açoitava covardemente o mocinho, e o público, raivoso, gritava e atirava sapatos e guarda-chuvas no ringue. Quando tudo parecia perdido, o bonzinho readquiria as forças, concentrava uma série de tesouras voadoras no malvado e vencia a luta.

Assim era o Telecath Montilla. Depois, o programa saiu de moda e seus lutadores passaram a se apresentar em clubes e teatros de pequenas cidades brasileiras.

(Foto: Google)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Zé Bonitinho


Zé Bonitinho é um famoso personagem criado e interpretado pelo ator Jorge Loredo (1925). A inspiração para o papel veio do Jarbas, colega metido a garanhão, que Loredo costumava imitá-lo nas festas, sempre arrancando risadas de todos. O personagem estreou na televisão em 1960 no programa Noites Cariocas, exibido pela extinta TV Rio. Suas primeiras falas foram roteirizadas por Chico Anysio.

O irresistível Zé Bonitinho é dono de bordões memoráveis, ditos com a voz grave dos conquistadores: "Câmera, close; microfone, please", ou "Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz!". Ostentando um enorme topete, imensos óculos escuros e um bigodinho finíssimo, Zé Bonitinho caminha com requebros e trejeitos de galã hollywoodiano.

Formado em direito em 1957, na advocacia, Jorge Loredo especializou-se em previdência social e direito do trabalho, ofício que exerce em paralelo a vida artística durante todo o seu tempo de carreira.

Até hoje, Zé Bonitinho participa do programa humorístico de televisão A Praça é Nossa.

(Fotos: Google)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Trabalho

“O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade.” (Voltaire) 


O trabalho sempre moveu a sociedade e a civilização. Ao longo do tempo, mudou e se transformou conforme com as necessidades de cada momento em cada cultura.

A história do trabalho é tão antiga quanto à do homem. Em vários momentos elas se misturam, mas, nem sempre trabalho foi sinônimo de tortura como a etimologia da palavra demonstra. Derivado do latim, tripalium, instrumento de tortura, decorrendo do adjetivo tripális, que significa sustentado por três estacas ou mourões, o termo tripaliare, influenciou vários idiomas, entre eles o português trabalhar, o francês travailler, o espanhol trabajar e o italiano traballare.

Mas, ao longo dos tempos, o trabalho vem deixando de ser simples e encantador para se tornar sinônimo de sacrifício, o que é preocupante, pois essa atividade que ocupa mais de um terço de nossas vidas.


Agora, como diz o filósofo, "quem faz o que gosta, não trabalha".
 
(Foto: Google)

Vou Danado pra Catende

Zé Ramalho, Alceu Valença e Lula Côrtes.

Em fevereiro de 1975, o pernambucano Alceu Valença classificou a música Vou Danado pra Catende no Festival Abertura, da TV Globo, sucedido no Teatro Municipal de São Paulo.

Alceu se fez acompanhar de uma banda formada por Lula Côrtes (tricórdio), Zé Ramalho da Paraíba (viola), Paulo Rafael e Ivinho (guitarras), Zé da Flauta e outros músicos.

Uma curiosidade. Não sabendo enquadrar o trabalho do compositor e o som do grupo, de última hora, o júri criou o prêmio Pesquisa para contemplar a composição, na qual Alceu fez uso de versos do poema Trem de Alagoas, de autoria do compositor modernista pernambucano Ascenso Ferreira.

O álbum Molhado de Suor, primeiro disco solo de Alceu Valença, foi reeditado com a inclusão de Vou Danado pra Catende.

(Foto: Google)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Sotaque carioca


Como diz um amigo bem ali, "tem uma ruma de cearense que aprendeu o sotaque carioca lendo O Globo".

Raios

Roy Sullivan.

As chances de ser atingido por um raio são bem pequenas. As de ser atingido por um raio duas vezes, em dias distintos, é praticamente inexistente. Mas, e ser atingido por raios sete vezes? Pois é, esse recorde mundial pertence a Roy Sullivan e as ocorrências sucederam da seguinte maneira:

1942 – Pela primeira vez, Sullivan foi atingido na perna, quando estava em um mirante. O raio o fez perder a unha de seu dedão do pé;

1969 – O segundo raio o atingiu em seu caminhão, enquanto dirigia por uma montanha, deixando-o inconsciente e queimando suas sobrancelhas;

1970 – O terceiro queimou seu ombro esquerdo enquanto ele estava em seu quintal;

1972 – O quarto aconteceu em uma estação de guarda-florestal. O raio queimou seu cabelo e depois disso ele passou a carregar uma garrafa de água consigo;

1973 – Na quinta vez, um raio atingiu Sullivan na cabeça, atirando-o de seu carro e, de novo, queimou seu cabelo.

1974 – Sullivan foi atingido pelo sexto raio em um área de acampamento, machucando seu tornozelo.

1977 – O sétimo e último raio o colheu enquanto pescava. Sullivan foi hospitalizado com queimaduras em seu peito e estômago.

(Foto: Google)

terça-feira, 29 de abril de 2014

Somos todos macacos!


No filme O Planeta dos Macacos, de 1968, o ator Charlton Heston interpreta um astronauta que não vê limites para o amor.

(Foto: Google)

Tatuada mamando gostoso

Nem tudo é o que parece ser.

Tatuada mamando gostoso.

(Foto: Google)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Salgueiro x Fortaleza, na TVC

 
A TVC transmitirá os jogos do Fortaleza na Série C, estreando hoje, às 21h30, com Salgueiro x Fortaleza.

Leruaite

Escacavilhando umas fotos minhas recentes, encontrei esta, de 2012, tirada na TVC, quando da gravação do primeiro programa Leruiate.

 
Raimundo Fagner, Guto Benevides, Marcondes Falcão e Totonho Laprovitera.

(Foto: Landinha Markan)

Grausado surfista


Era reunião do grêmio, em meados dos anos 1970. Dela, participavam os jovens estudantes dirigentes, sob a coordenação do liberal Wellington, diretor do democrático colégio.

Pois bem, lá pelas tantas, quando Wellington indagou sobre qual a pauta da reunião, o silêncio reinou na sala. Parecia que os membros do grêmio não haviam tido tempo para preparar os assuntos a serem discutidos. Aí, o diretor tornou a perguntar:

- Vocês não tem nenhuma novidade, pelo menos?
- Novidade?! Rebateu Jorge, que nas suas tantas horas vagas era surfista.
- Sim, conte pelo menos uma!
- Wellington, você sabia que nós, surfistas, passamos parafina na prancha, para termos uma maior aderência sobre ela?
- E o que é que isso tem a ver com essa reunião?
- Pois, saiba que nós, surfistas, depois de passarmos parafina na prancha, passamos as mãos no cabelo...
- E daí?! Irritado.
- E daí é que a parafina faz o cabelo ficar grausado!
- Grausado?
- Sim, o cabelo fica louro! E tem mais, tem neguim que tá usando é água oxigenada!
- Jorge, lamento, mas se essa for a novidade que você tem a nos apresentar...
- Pera aí, Wellington! 

Pondo-se de pé, Jorge arriou as calças, baixou a cueca e anunciou:

- Negada, a novidade é que eu grausei os pelos pubianos!

domingo, 27 de abril de 2014

Ô serviço!

O comentário é unânime e geral: Sem sombra de dúvida, o melhor serviço de Fortaleza é o da barraca Em Família, na Praia das Goiabeiras.

O espumante de lá com tira-gosto de uva, por exemplo, é sensacionalmente bem servido. 

Eis a foto, que não me deixa mentir.

Eu recomento!

(Foto: Google)


Fábula dos Dois Leões


Fábula dos Dois Leões
Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto)

Diz que eram dois leões que fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nem o leite.

Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.

Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, o bruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero do Augusto Frederico Schmidt que, para certas coisas, também é leão.

Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as florestas da Tijuca disse pro coleguinha:

- Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você... Vá, diz como foi.

O outro leão então explicou:
 
- Eu meti os peitos e fui me esconder numa repartição pública. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.

- E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?

- Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém dava por falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... Me apanharam.

Texto extraído do livro “Primo Altamirando e Elas”, Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1961, pág. 153. 
(Foto: Google)

Em João Pessoa


A Paraíba marcou muito a minha vida. Foi onde encontrei a certeza de ser artista e arquiteto.

Em João Pessoa, eu morei a maior parte do tempo dividindo um apartamento com mais cinco amigos: Wiron, Toinho, Julinho, Irineu e Ricardo. Antes disso, passaram em temporada: Gaubi, Ernane, Zé Carlos, Zé Ramalho, Chico Miséria, Dedé, hippies e amigas e namoradas do Wiron. E eu ainda tinha o Candango como tutor. Daí, com um naipe de magote dessa estirpe, calculem as marmotas.

Certa vez, nem era dia 10 do mês e a grana da gente já estava miúda de um jeito que não dava pra comprar nem um Cibazol. Vagávamos em pensamento ideando como faríamos para tirar o bucho da miséria, pois, na nossa geladeira, afora as pilhas Rayovac recarregando, só tinha uma lata de azeite e uma cumbuca com farinha. E eis que encontramos a saída para nossa míngua: um concurso de culinária entre as empregadas do prédio!

Ora, não deu outra, o sucesso foi total. No grande dia, nos abancamos à mesa bem posta – com um lençol servindo de toalha – e recebemos os mais variados e saborosos pratos, com um caderno e caneta a mão, para darmos nota a cada candidata.

Ah, ia esquecendo, ainda cobramos taxa inscrição para o concurso!

(Foto: Google)

Ave Maria

Quando eu era menino, meu avô me ensinou a rezar assim:


Ave Maria,
piena di grazia,
il Signore è con te,
Tu sei benedetta fra le donne
e benedetto è il frutto
del tuo seno, Gesù.

Santa Maria,
Madre di Dio,
prega per noi peccatori,
adesso e nell’ora
della nostra morte,
Amen!