segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Exemplo a ser seguido

“Não suje o Texas. Multa de até US$ 2.000 por lixo.” 

Essa imagem de cena do filme “O Seu Jeito de Andar” (Barefoot) nos mostra um bom exemplo a ser seguido.

domingo, 8 de janeiro de 2017

A poesia como invenção da vida


“Quer dizer que eu me contradigo? 
Pois bem, então me contradigo. 
Eu sou vasto, 
Eu abrigo multidões.” 

Vou nem mentir, eu me identifiquei foi muito com essa poesia, de Walt Whitman, que o Delberg Ponce de Leon me enviou.

O norte-americano Walt Whitman (1819-1892) foi um poeta, ensaísta e jornalista, tido por muitos como o “pai do verso livre”. 

(Imagem: Google)

sábado, 7 de janeiro de 2017

Na parede

Na parede, Stênio Burgos, Barrica, Totonho Laprovitera e Aldemir Martins.

Recebi essa foto como um precioso presente de final de ano. Afinal de contas, dividir uma parede com colegas artistas que tanto admiro, deixa-me honrado e muito feliz!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Ricardo Ferraz e Milhouse


Há quem ache o apresentador Ricardo Ferraz, do “Jornal da Cultura”, a cara do personagem d’Os Simpsons, Milhouse Van Houten.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Dinossauros


Segundo estudiosos, a 7a. fase da vida de um dinossauro era a do acasalamento. Nela, o macho caçava a fêmea que o atraía e, quando se encontravam, ele a cortejava um pouco e depois partia para os finalmentes. Aí, a fêmea se abaixava, arribava a cauda, e o macho se enfiava nos prazeres que ela lhe oferecia. 

Sobre o assunto, glosa o polêmico professor Carlinhos Analfabético: “Há quem diga que o desaparecimento dos dinossauros do planeta deve-se à sovinagem de suas fêmeas, ajuntada à infértil prática dos machos, que só queriam saber de comer uns aos outros. Quer dizer, cientificamente, como já ouvi falar, passaram a usar o aparelho digestivo como sexual.”

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

domingo, 1 de janeiro de 2017

sábado, 31 de dezembro de 2016

Erandy e Mozart


Em 1969, o Fortaleza montou uma das maiores duplas de ataque de sua história - Erandy e Mozart - e foi campeão cearense. 

(Foto: Acervo Erandy Pereira Montenegro)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A língua de Einstein


A famosa foto de Einstein dando língua foi tirada em 1951, na comemoração dos seus 72 anos.

A despeito da fama, Einstein era discreto que só, e, apesar de ter se tornado popular, não dava muito cabimento à imprensa, não.

Sobre a foto que ele aparece com a língua de fora, aconteceu desse jeito: Sentindo a maior gastura por causa da imprensa no pé dele, quando pediram que ele se abrisse, Einstein viu que ia ser fotografado e, peibufe, deu foi língua. O fotógrafo, que de besta não tinha nada, coisíssima nenhuma, aproveitou a chance e entrou para a história. 

(Foto: Google)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Continência


Na Idade Média, ao se apresentarem antes de uma batalha diante do seu soberano, os cavaleiros, vestidos de armaduras, eram obrigados a usar a ponta dos dedos da mão direita para levantar a viseira do elmo. 

Assim surgiu o gesto da continência.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A Rádio Wlakie-Talkie


Quando éramos adolescentes, por volta de 1973, eu e o saudoso amigo Cristiano inventamos uma rádio alternativa que funcionava desse jeito: o pai dele, Dr. Glauco, que também era radioamador, possuía dois possantes walkie-talkies, que tinham o incrível alcance de comunicação entre si de uns quinhentos metros. Daí, eu ficava em meu quarto, lá em casa – a uma quadra do Náutico Atlético Cearense – e ele nas mesinhas da praia da AABB, onde entrevistávamos amigos, conhecidos e inominados transeuntes. 

Em nosso caseiro e improvisado estúdio, eu botava a música “Love's Theme”, do Barry White – nosso prefixo musical – pra tocar em uma radiola portátil Philips 610, com alguns efeitos sonoros obtidos através de um gravador de cassete portátil Philips EL 3302, e assim rolava o programa radiofônico. 

E éramos criativos que só, pois intercalávamos entre uma entrevista e outra os sucessos musicais nacionais e internacionais, além de incidirmos uma pitada de humor, imitando distintas figuras da cidade e assíduos frequentadores da Beira Mar de Fortaleza. 

Era uma brincadeira sadia em que, livres, leves e soltos, praticávamos a nossa inteligência criativa. 

Ô tempo bom!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Bar Guerrera


Essa foto do Bar Guerrera nos anos 30, em Tortora, Província de Cosenza, Calábria, Itália, me faz cogitar: Terá sido do meu bisavô Giuseppe? 

Não sei, mas nesse 2017 eu vou até lá e pesquisarei sobre o assunto. 

(Foto: Google)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Vacinação


E o Dr. Costinha, no posto de saúde de sua cidade, trabalhava na campanha de vacinação contra a gripe.

- Bem, pela ficha, estou vendo que seu nome é José Ronaldo Santos.
- Yes, Doctor, mas dá para o senhor me chamar de Mayara? 
- Mayara?
- Yes, Mayara com ípsilon...
- Senhorita Mayara, vou lhe aplicar a vacina. 
- É injeção?
- Sim.
- Doctor, pelo amor de Deus!
- A senhorita tem medo de injeção?
- Não é bem medo, darling...

E, abaixando o short, apontou para a bochecha de uma das nádegas separadas pelo fio dental e continuou: - "Doctor, é que tenho próteses de silicone no bumbum..." 

domingo, 25 de dezembro de 2016

Edmilson e a boneca


Li a reportagem sobre um homem da cidade de Santa Quitéria que, desiludido após traição, mantém relação conjugal com uma boneca, de quem diz gostar porque “ela não reclama, nem pede dinheiro”. 

Pois bem, compondo o assunto, lembrei do amigo Edmilson que, em sua branda juventude, sentindo-se sem companhia para beber, fazia da varanda de casa seu bar, onde passou a dividir a mesa com a boneca Amiguinha, da sua irmã caçula. 

E era desse jeito: ele assentava a boneca em uma das cadeiras, abria uma cerveja bem gelada, enchia os copos, servia à ela, bebia o dele e depois de um tempo, perguntava: - “Amiguinha, vai ou não vai beber?”. Diante do encantado silêncio da amiga de matéria plástica, ele lhe tomava o copo, entornava a cerveja, passava a mão nos beiços e fuzilava: - “Você lá quer beber!”

sábado, 24 de dezembro de 2016

Leitura certificada


Acontece cada uma. 

Por muitos tido como grande iletrado, que duvido que o seja, uma carimbada figura foi ao lançamento do meu livro De Primeiro e, enquanto aguardava que eu autografasse o seu exemplar, solicitou: 

- Tontoim, depois do autrógafo, posso pedir outra coisa?
- Pode, sim. 
- Mas né pragora não, viu? 
- Tudo bem, peça.
- Dá pra me dar um certificado dizendo qu’eu li o livro? 
- Um certificado? 
- É, e se tiver d’eu pagar, eu pago como paguei o livro! 

Pois é, aí eu fiquei a refletir sobre o propósito da serventia do tal pedido.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Padre Pedro


Depois de passar um puxado final de semana em algum lugar do litoral-leste alencarino, guiando sua devotada viatura, o senhor Pedro Bezerra Nunes retornava na tarde de um sossegado domingo à Fortaleza, quando foi parado em um posto da Polícia Rodoviária. 

Solicitado pelo distinto policial, Pedro apresentou a sua vencida Carteira Nacional de Habilitação com retrato em que despontava a branca gola de sua preta camisa. Com eficiência, o policial deu “boa tarde”, conferiu os dados da carta, olhou para o calmo e calado motorista, tornou a mirar o documento e lhe perguntou:

- Por gentileza, para onde o senhor está indo?
- Fortaleza, meu filho. Respondeu. 
- Vai para a missa das seis?
- Sim, vou... (Surpreso).
- Então, pode ir sem pressa, Padre. 
- Deus lhe abençoe, meu filho...
- Amém!

E assim foi que o conspícuo Pedro Bezerra Nunes passou a ser chamado de “Padre Pedro”!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Processo


Um velho amigo meu ameaçou de me processar porque eu estaria contando umas “inverdades” sobre ele, ó? Aí eu disse que seria um caso inusitado no direito brasileiro, onde, simultaneamente, um único advogado acusaria e defenderia o mesmo réu!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Beth's Lanches


De primeiro, na maioria das sextas-feiras da década de 90, assim que chegava de Fortaleza em Sobral, eu ia direto ao Becco do Cotovelo, onde cortava o cabelo no Salão Cometa e emendava no embalo noturno da musical Beth's Lanches, do boa-praça Cícero Paiva. 

A Beth’s marcou época em Sobral quando, à noite, suas mesas eram postas no calçadão do Becco para receber seus clientes – jovens universitários, em sua maioria – que gostavam de música ao vivo e um bom papo noite adentro, com direito a “canja” do violão do Cícero.

(Foto: Tupinambá Marques)