sexta-feira, 27 de abril de 2018

Pajelança no Ganges


Espiem só que confusão medonha da moléstia! 

Sem ter o que mais inventar, o argentário Vaval resolveu conhecer uma reserva indígena. Aí, ele foi a uma agência de viagem e, apressado que só, apresentou-se como “indianista”, falou do seu desejo e, à vista e em espécie, comprou as passagens. 

No entanto, a desatenta vendedora se confundiu e o resultado: todo paramentado, ele foi bater na longínqua Índia! 

Pra não perder a viagem, como mostra a foto acima, o descolado Cacique Vaval decidiu fazer uma pajelança no sagrado Rio Ganges.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Exagerada amizade


Joãozinho é amigo demais dos seus amigos. Muitas vezes, é até taxado de abusado, tamanha a preocupação, zelo e dedicação que nutre por eles. 

Para avaliarmos se é exagero ou não da parte dele, vejamos o que um de seus amigos vem comentando: - “Joãozinho gosta tanto de mim, mas gosta tanto, chega quer que eu morra logo só para ele chorar mais do que a viúva.”

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Amigos


Certa vez, ouvi de um mestre e anotei: - "Tenho muitos e bons amigos porque os tenho com as suas virtudes e os seus defeitos." 

(Foto: Google)

terça-feira, 24 de abril de 2018

Flor da idade


Gilbraz foi uma das personalidades mais interessantes que já conheci. Empresário bem sucedido, prestigiado gerente de banco na Guanabara dos anos 50 e grande colecionador de amigos. 

Indagado sobre qual sua idade, com a elegância que lhe era peculiar, ele respostava: - “Guri, tenho a idade da mulher que estou amando.” 

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Maria Galante


Pra quem não sabe, na descoberta da América, as três caravelas de Colombo eram duas: Pinta e Nina. 

De maior tamanho, a terceira era um diferente tipo de embarcação. De nome Maria Galante, foi rebatizada por Colombo como Santa Maria.

(Imagem: Google)

domingo, 22 de abril de 2018

Tricolores


À caminho do trabalho, parando ao sinal do cruzamento das avenidas Historiador Raimundo Girão e Barão de Studart, fui abordado por um daqueles rapazes que lavam para-brisas de carros. Aí, antes que ele começasse o serviço, eu me antecipei e disse: 

- Amigo, estou liso! 
- E o senhor acha que me faz inveja? – respondeu. 
- Não! Mas da próxima vez eu lhe recompensarei. 
- Tudo bem, não esquenta... 

Aí, outros três se aproximaram e um anunciou: 

- Bora limpar os outros vidros! – e começaram o serviço. 
- Pelo visto, são torcedores do Fortaleza! – falei. 
- Como é que o senhor sabe? 
- Pelo sangue bom dos amigos! 
- O doutor consegue umas camisas do time pra nós? 
- Vou ver se consigo. 
- Bora Leão! – gritaram uníssonos. 
- “Fortaleza, clube de glória e tradição...” – comecei a cantar o hino. 
- “Fortaleza, quantas vezes campeão...” – emendaram. 

Porém, quando dei fé, formou-se uma extensa fila de carros, que pegaram a buzinar, e eu parti, ao som de três seguidos brados da galera: - “Uh, terror, o doutor é tricolor! Uh, terror, o doutor é tricolor! Uh, terror, o doutor é tricolor!” 

Olha, vou nem mentir, taí uma passagem que fez meu dia feliz!

sábado, 21 de abril de 2018

Baixinho Napoleão

Duque de Wellington e Napoleão Bonaparte, no museu Madame Tussauds, em Londres, Inglaterra.

Pouca gente sabe, mas Napoleão tinha 1,68 m de altura, uma estatura mediana para sua época, e que superava por 4 cm o seu grande inimigo Duque de Wellington.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Chulipa

Vincent van Gogh - Autorretrato com a Orelha Cortada - 1889 - OST - 51 x 45 cm.

Não sei qual a importância do assunto, mas aos interessados por chulipa, li que Vincent van Gogh não cortou a orelha toda; só um pedacinho de nada do lóbulo esquerdo.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Dança de salão


"Visto dançando, o casal foi chamados de doido por aqueles que não ouviam a música..." 

Pra quem não sabe, a “danças de salão” surgiu entre os nobres da Europa e sobretudo com o aparecimento da dança realizada com casais. 

No Brasil a “dança de salão” se popularizou e passou a ser considerada uma forma de entretenimento, integração social e atividade física.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

terça-feira, 17 de abril de 2018

Antonio Gato


Para mim, é um grande privilégio morar vizinho ao "Bar do Antonio Gato", onde o distinho proprietário da casa nos brinda com cerveja gelada, tira-gostos diversos, muita conversa boa e canções da melhor qualidade, interpretadas no peito e na raça! 

(Vídeo: João Conrado Ponte)

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Giovani


Nos dias que passei em Lisboa, um personagem me chamou bastante atenção. Pra cima e pra baixo, na Rua Augusta, um pequeno e descamisado senhor brigava não sei com quem. Aos roucos e incompreensíveis gritos, jogava toda a sua indignação com a veemência dos que sabem e lutam por suas causas e seus direitos. 

Em meu último dia na cidade, ao presenciar mais uma das suas pelejas, curioso, perguntei a um garçom quem era e com quem brigava tanto a tal figura. Ele me respondeu: - “Chama-se Giovani e briga com um inimigo imaginário. Toda cidade tem um desses...” 

É verdade. Mas, o bom dessa história foi constatar que todos do lugar gostam e cuidam do valente e bom Giovani. 

(Foto: Totonho Laprovitera)

domingo, 15 de abril de 2018

O "passamento" do Galvão


Não é a toa que a gente deve tomar bastante cuidado com as notícias vindas da Internet. 

Bem, amigos, aconteceu o seguinte. Durante o seu radiofônico programa, em primeira mão, o jornalista Louro Maia recebeu uma informação oriunda da Internet, dando conta do falecimento do locutor e apresentador de televisão Galvão Bueno. Ora, de pronto, ele tacou o pau a espalhar a agourenta nota, até a mesma ser firmemente desmentida. 

O Louro ainda teimou, teimou, mas, acabou admitindo que a fonte errou, e errou maldosamente feio. Daí, pegou ar, ficou possesso e, coberto de razão, ameaçou processar juridicamente todas as redes sociais!

sábado, 14 de abril de 2018

Na repartição pública


Em repartição pública existem dois kits de comemoração: o de aniversário; e o de bebê (gestante). 

O de aniversário consiste de: 1 cento de salgados; 1 bolo; e 2 refrigerantes de 2 litros – Coca-Cola e Fanta Laranja, às vezes, São Geraldo. 

O de bebê: os mesmos itens do de aniversário, mais: fraldas da marca Pampers ou Turma da Mônica, tamanhos P, M ou G. 

Em Fortaleza, três estabelecimento são os preferidos para fornecer os tais kits: Dudas Burguer, L'escale e Bebelu. 

Pois é, servidores públicos são pessoas de bem que guardam a tradição de se reunirem com alegria para celebrar a vida de modo simples e autêntico, como se faz em família!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A luta do Tyson


Aconteceu em 1990, quando nos reunimos na casa do Humbertinho para assistir a luta de boxe do Mike Tyson em Tóquio, no Japão, contra um tal de James Buster Douglas, transmitida pela televisão. 

Naquela época, sem dúvida alguma, não tinha cristão no mundo que inchasse para Tyson. O homem era uma autêntica máquina de bater! 

Pois bem, para aguardar a hora da luta – ia passar de madrugada – começamos a tomar umas. Conversa vai, conversa vem, o tempo foi passando, até que o início da luta foi anunciado. 

O combate não durou 15 segundos! Mal iniciou, o perverso demolidor desceu a lenha e disparou uma saraivada de socos, deitando o adversário à lona. Desmaiado, via-se passarinhos em circulares voos, entre estrelinhas, cantarem em volta do protuberante galo na cabeça do coitado. Aí, o juiz anunciou nocaute, e terminou a luta! 

O dono da casa desligou o televisor e nós, já grogues, tomamos a saideira, nos despedimos e fomos embora. 

Quando na manhã do dia seguinte, ainda derramado na minha velha rede, li o jornal, vi a inacreditável notícia de que Tyson havia sido derrotado por Douglas. Mas como, se eu havia assistido a luta e vi Tyson vitorioso?! 

Ora, pra tirar a dúvida se eu estava ficando doido, liguei para Humbertinho e ele rindo me disse que, por engano, havíamos assistido a uma antiga luta, em matéria retrospectiva da carreira de Tyson. 

Pois foi, naquela confusa madrugada James Buster Douglas acabou com a invencibilidade do “Iron Man” Michael Gerard Tyson – um dos maiores pugilistas de todos os tempos – e se tornou campeão mundial dos pesos pesados, com um nocaute impressionante no décimo round. 

Na bolsa de apostas, quem confiou na vitória do azarão embolsou 42 vezes o dólar apostado. 

(Foto: Google)

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Luz


Dizem que o segredo da arte de fotografar é saber desenhar com a luz.

(Foto: Acervo Alitá Charo)

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Laçador


Dentre as novas profissões, atualmente, uma das mais bem remuneradas é a de “laçador” de pacientes para o atendimento nas chamadas clínicas populares.

Sem necessitar de qualquer formação acadêmica para o seu exercício, o “laçador” só precisa ter muita disposição mental e física, agilidade nas ações, poder de convencimento e atitude de arrastar o paciente à sua finalidade. 

Um dos mais concorridos pontos de atuação dos “laçadores” se encontra pelas cercanias da Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza. 

(Foto: Natinho Rodrigues)

terça-feira, 10 de abril de 2018

Causa nobre


Outro dia eu li que as universidades distinguem o título de Doutor “Honoris Causa” – que quer dizer “Causa Nobre” e se constitui em um dos mais elevados graus acadêmicos – a quem desempenha funções de grande valor na sociedade, ou seja, ao responsável por uma causa de superior significado. 

Falando nisso, ao ser perguntado por qual motivo ele voluntariamente cerzia a calça do surrado paletó do largado mendigo Benedito, “seu” Geraldo Magela, modesto alfaiate do Bairro Quintino Cunha, respondeu: - “Ora, ora, a calça é nobre.”

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Era uma vez uma barba


Era uma vez uma barba. 

Pois é, uma barba é apenas o conjunto de pelos que cresce no queixo, nas faces e na frente do pescoço de um homem. 

Chama-se pogonologia o estudo da barba. 

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(Fotos: Zecaneto)

sábado, 7 de abril de 2018

É difícil


Contam que, antigamente, quando o bravo nordestino trabalhava duro na construção de um prédio na cidade de São Paulo, ele sempre costumava dizer: - “É difícil!” 

Não sei se procede, mas há quem acredite e defenda de pés juntos que foi daí que adveio a palavra “edifício”.

(Foto: Google)