segunda-feira, 30 de junho de 2014

Mitologia alencarina: Leros

Leros.

Para quem não sabe, Leros é um deus da mitologia alencarina que coloriu sua prateada cabeleira com os doirados coriscos da loira desposada do sol, para oscular Iracema, aquela virgem dos lábios de mel.

A mitologia alencarina, diga-se de passagem, é uma ruma de mitos e ensinamentos do Ceará, sobre suas divindades e heróis, a natureza do mundo, as raízes e o significado de seu próprio culto e práticas rituais.

Pois bem, para vários estudiosos modernos, entender a história e denotações das ficções típicas do mito Leros é o mesmo que espargir luz sobre a compreensão da sociedade cearense e seu comportamento, bem como suas práticas ritualísticas.

domingo, 29 de junho de 2014

Comentarista de bar

No Bar da Teresona, na Rua São Paulo, respeite o comentarista!

 

“O ‘centrefor’ está numa sinuca-de-bico lascada! Entre a zona do agrião e a região glútea, na pélvis da orla marítima do campo."

Pense num fiduégua pra falar bonito!

Maria da Penha


Cearense, de Fortaleza, a biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes (1945) lutou bastante para que seu agressor fosse condenado. Atualmente, com três filhas e vítima emblemática da violência doméstica, ela inspira e lidera movimentos de defesa dos direitos das mulheres,

Em 2006, inspirada em sua luta, foi sancionada a Lei Maria da Penha, na qual amplia o rigor das penas às agressões contra a mulher, quando acontecidas no ambiente doméstico ou familiar.

sábado, 28 de junho de 2014

Exótico cardápio


Em uma de suas viagens à Sobral, nosso amigo Vilemar Carneiro, o Mazinho, se deparou e fotografou este exótico cardápio, bem pregado na parede de reboco de um modesto restaurante de Irauçuba.

Sobre a casa, nota-se que o caligrafado cardápio causa
gramatical indigestão, entretanto, a sua comida é restauradora que só. Aliás, do francês restaurant, o termo restaurante surgiu no século XVI com o significado de "comida restauradora". O emprego atual da palavra surgiu pelos anos 1765, quando um parisiense conhecido por Boulanger (sobrenome comum, mas que significa padeiro em francês) abriu seu estabelecimento.

(Foto: Vilemar Carneiro)

Provérbio popular


"O que vale um pum, para quem já está todo borrado?!"

(Foto: Google)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Médico da cabeça

 
Doutor Flávio Belmino.

Doutor Flávio Belmino estava numa festa de final de ano, quando uma jovem loira senhora chegou para ele, se apresentando e puxando conversa.

- O senhor é mesmo o quê?
- Médico.
- Sim, mas médico de quê?
- Sou neurocirurgião.
- Sim, mas trata de quê?
- Da cabeça, minha senhora.
- Da cabeça? Ah, doutor, então dá pro senhor me passar um remédio pra caspa?
- Minha senhora, eu trato da cabeça, mas pelo lado de dentro! 

Do livro "Eu Conto", de Totonho Laprovitera.
(Foto: Google)

Coordenação motora


A coordenação motora é a capacidade de usar de forma mais eficiente os músculos esqueléticos, derivando em uma ação plena mais eficiente, plástica e econômica.

Este tipo de constituição possibilita a criança ou adulto dominar o corpo no espaço, controlando os movimentos mais simples.

Uma boa coordenação motora pode ser percebida constatando a agilidade, velocidade e energia que se manifesta.

(Foto: Google)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Velosolex

 
Velosolex.

Criada durante a Segunda Guerra Mundial, a Velosolex é uma bicicleta motorizada que pode atingir a velocidade de 25 km/h, percorrendo até 50 km.

E não é que depois de quase quarenta anos, a Velosolex voltou! Sumida do Brasil desde o final dos anos setenta, ela agora retorna com força total.

Brigitte Bardot, em uma Velosolex.

Econômica, confiável e divertida, a mais famosa bicicleta com motor alternativo do mundo tornou a ser fabricada na França e também será no Brasil, inteiramente de acordo com o projeto original, porém, com várias melhorias. 


A nova Velosolex.

Simples, fácil de usar e dirigir, sem marchas, quase sem manutenção, a Velosolex é um dos meios de transporte mais populares do mundo, atingindo o legítimo status de “veículo cult”.

(Foto: Google)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

De copo e de cruz


Diz o nobre e estimado amigo Edilmo Cunha que este grupo foi precursor da Banda Mel, uma das turmas da mais fina boemia da cidade de Fortaleza.
 
Entretanto, estas fotos mostram o que parece que foi ontem. Rapazes se reunindo para organizar o I Encontro de Jovens Religiosos da Beira Mar. Certamente e religiosamente, amigos de copo e de cruz.

(Fotos: Google)

terça-feira, 24 de junho de 2014

Colombiana gastronomia

Bandeja paisa com canelazo.

Especialmente popular na região de Paisa, a bandeja paisa é, provavelmente, um dos pratos mais representativos da Colômbia.

A bandeja paisa tradicional é um generoso prato que contém feijão, arroz, carne moída, chicharrón (barriga de porco frito), chorizo ​​(salsicha), abacate, banana doce e um ovo frito em cima.

Canelazo é uma bebida alcoólica quente tradicional do planalto andino, que também pode ser encontrado no Peru e no Equador.

A versão colombiana consiste de aguardente (álcool de cana), panela (inteiro não refinado de cana-de-açúcar) ou açúcar e água fervida com canela.

(Foto: Google)

De Coubert à Macedo

Vendo a tela O sonho, de Gustav Courbet, lembrei do seguinte trecho do livro A Moreninha, de Joaquim Manoel de Macedo:


"Entre todas essas elegantes e agradáveis moças, que com aturado empenho se esforçam para ver qual delas vence em graça, encanto e donaires, certo sobrepuja a travessa moreninha, princesa daquela festa."

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Rian Fontenele: A Restauração de uma Ausência


A CAIXA Cultural Recife apresenta a inédita exposição “A Restauração de uma Ausência”, do artista plástico cearense Rian Fontenele, com abertura no dia 25 de junho e visitação de 26 de junho a 27 de julho. Na mostra, o artista revisita suas memórias e (re)constrói narrativas intimistas, explorando e revelando sensações e identidades da humanidade, como o silêncio e a ausência. A abertura acontece às 19h30 com visita guiada do artista. A visitação tem entrada gratuita das 12h às 20h de terça a sábado e das 10h às 17h aos domingos.

A exposição conta com 55 obras de grande e médio porte e é resultado de pesquisas em desenvolvimento há três anos, marcando uma nova fase do artista. São pinturas e um conjunto de desenhos que documentam o percurso de seu processo criativo e a matriz das narrativas para alcançar a poética final proposta nas telas.

Diferentemente dos trabalhos anteriores, nos quais tons sóbrios encobriam as personagens, na série “A Restauração de uma Ausência” Rian permite uma maior incidência de luz nas telas, num resultado mais leve e revelador dos personagens. Como um poema, os quadros trazem a síntese de toda a narrativa a partir de poucos elementos. “Sempre tive a literatura como base do que faço. A palavra sempre foi importante... ela é narrativa e por isso meu trabalho é narrativo”, explica o pintor.

Rian Fontenele busca restaurar um emaranhado de imagens presentes em suas memórias espontâneas e vívidas, reconstruindo sensações e narrativas e materializando-as em telas na tentativa de esvaziar seu imaginário dessas reminiscências, que se acumulam e transbordam.

Documentário - Durante a exposição, o público poderá assistir ao documentário “Conversas de Aproximações” que apresenta o artista e a poética presente em seu trabalho, por meio de depoimentos da curadora, professora e crítica de arte Luíza Interlenghi, do galerista Max Perlingeiro e do arquiteto e designer português Carvalho Araújo, além da pesquisadora e artista Walmeri Ribeiro e do fotógrafo Tiago Santana.

Serviço:
Exposição: “A Restauração de uma Ausência – Rian Fontenele”
Local: CAIXA Cultural Recife, Avenida Alfredo Lisboa, 505.
Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo. – 3425-1900/1915
Abertura: 25 de junho de 2014 (quarta-feira), às 19h30
Visitação: de 19 de junho a 27 de julho de 2014
Horário: das 10h às 20h (de terça-feira a sábado) e das 10h às 17h (domingo)
Entrada Gratuita
Acesso para pessoas com deficiência

Que onda é essa?


Quando espiei este instantâneo fotográfico, lembrei: Lá pelos anos 1970, João Cambão foi passar umas férias em Fortaleza. Na época, a Praia do Ideal era o ponto de encontro da bronzeada mocidade da cidade. Ida obrigatória para quem quisesse se enturmar e paquerar naquele período.

Pois bem, logo ao chegar na praia, Cambão foi avisado:

- Bicho, presta atenção que a turma aqui dá o maior valor fazer hora com a cara de quem vem de fora.
- Pode deixar, eu sei me defender.
- Tô só avisando...

Ciente, o esperto Cambão tirou a florida camisa, ajeitou o estampado calção, abriu os braços, encheu o peito de ar e, demonstrando intimidade com o ambiente, gingou cariocamente ao caminhar de marcha à ré até adentrar aos verdes mares bravios da loira desposada do sol. Aí, quando se benzeu, alguém gritou:

- Ei, cara, olha a onda!

Passado na casca do alho, conhecedor das gírias do lugar, Cambão, se balançando, contestou na bucha:

- Que onda é essa, meu irmão?!..
Pou! Tibum! Blu, blu, blu, glu, glu, glu... De cheio a onda o colheu!

Ziguezagueando em sua zonzeira, com os olhos encarnados, o calção cheio de areia, levantou-se, deu três avexados e curtos pulos, inclinou o quengo e bateu nele com o punho para tirar a água do pé do ouvido.

Levou a maior vaia da paróquia!

(Foto: Google)

domingo, 22 de junho de 2014

Mulher na TPM


O marido saiu cedo de casa e deixou o seguinte bilhete para a mulher:

“Bom dia, amor, dormiu bem? Espero que tenha gostado das flores.

Andei vendo o calendário e, pelas minhas contas, hoje é um daqueles dias, certo? Por isso, deixei o Sun no veterinário e levei as crianças na escola para que possa dormir um pouco mais. Negociei com a Fabíola de lhe cobrir no trabalho, então, você vai poder tirar o dia de folga.

Tem da sua geleia favorita na porta da geladeira. Fiz um creme de morango bem docinho e deixei um pote de sorvete no congelador. Já organizei a louça que tinha ficado do jantar de ontem.

Comprei o último livro do Nicholas Sparks e guardei dentro da gaveta da cômoda, junto com uma barra de chocolate. Se quiser ver filme, o notebook já está instalado na TV da sala. Deixei o Netflix aberto na lista que você gosta.

O leite condensado está na dispensa. Que acha de chamar suas amigas para tomar sol? A piscina está limpa e tem Ice e cerveja no freezer. Combinei com a sua mãe de almoçarmos lá hoje, imagino que deva estar querendo vê-la.

O pessoal do lava à jato vai devolver seu carro às duas da tarde, se quiser, pode ir pro Pilates com o meu. Agendei sua manicure para as cinco e a massagem, logo em seguida. Estou deixando o cartão de crédito do lado da chave para que dê uma volta no shopping de noite. Pode ficar tranquila que vou deixar a TV programada para gravar o capítulo da sua novela. Você tinha razão, acho que já esta na hora de trocarmos o sofá.

Hoje de noite não vou ao futebol, estou pensando em preparar um risoto, o que acha? Estarei com o celular ligado o dia todo. Qualquer coisa que precisar, pode me ligar.

Um beijo, te amo! Se cuida!”
 
A mulher leu o bilhete e, imediatamente, ligou para o marido:

- De onde você conhece a Fabíola?! 
Enviado pelo leitor Gamaliel de Ananás.

sábado, 21 de junho de 2014

Beauvoir e Sartre, no Brasil

Brasília, 1960. Simone de Beauvoir, Oscar Niemeyer, Jean-Paul Sartre, James Amado e Jorge Amado.

Uma curiosidade: No início dos anos 1960, no princípio da Universidade Federal do Ceará, época do então Magnífico Reitor Antonio Martins Filho, essa instituição trouxe à Fortaleza o casal Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, para visita e conferência na capital cearense.

(Foto: Google)

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Senhor Barriga

Edgar Vivar, ontem e hoje.

O mexicano Edgar Vivar (1944) é um ator muito conhecido por ser o intérprete do personagem Senhor Barriga, no seriado Chaves.

Vivar esteve em Fortaleza assistindo o jogo entre Brasil e México, válido pela Copa do Mundo.
 

(Fotos: Google)

1968

Carlos Scliar, Helio Pellegrino, Clarice Lispector, Oscar Niemeyer, Glauce Rocha, Ziraldo e Milton Nascimento.

22/06/1968. Passeata contra a ditadura militar.

(Foto: Google)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Patrulheiros Toddy

O garoto Tonzinho, fantasiado de “Patrulheiro Toddy”.

No começo dos anos 1960, a TV Tupi passava uma série chamada "Patrulheiros Toddy", que havia sido exibida na televisão norte-americana na década de 1950.

O seriado, que tinha o nome de seu patrocinador único, contava histórias do dia-a-dia de um grupo de Patrulheiros do Texas, no combate ao crime contra bandidos e injustiças cometidas na região. As histórias focavam uma dupla de policiais que vivia as perigosas aventuras a cada episódio.

Bem, toda a garotada queria ser um "Patrulheiro Toddy", até por causa do desejado brinde que era a estrela de xerife igualzinha à usada pelos heróis na TV. Para ganhá-lo era só juntar figurinhas que vinham dentro da embalagem e trocá-las dourada estrela, que depois passou a vir dentro do vidro do produto. Aliás, o patrocínio dessa série infantil teve o objetivo de popularizar a embalagem de vidro, que estava sendo lançada no Brasil.

(Foto: Acervo Tomaz Pompeu)

Oscar


Oscar Ribeiro Teomar de Almeida Niemeyer Soares Filho (Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1907 - Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 2012).
Gênio!

(Foto: Google)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Pés


Atleta russa perde a cabeça em competição.

Sempre me chama atenção quando ouço a expressão “fulano tem o juízo nos pés”. Ora, não seria contraditório diante do dito de “se ter os pés no chão” significar ser ajuizado?

(Foto: Reprodução/rusrep.ru)

terça-feira, 17 de junho de 2014

Rian Fontenele: A Restauração de uma Ausência


A CAIXA Cultural Recife apresenta a inédita exposição “A Restauração de uma Ausência”, do artista plástico cearense Rian Fontenele, com abertura no dia 25 de junho e visitação de 26 de junho a 27 de julho. Na mostra, o artista revisita suas memórias e (re)constrói narrativas intimistas, explorando e revelando sensações e identidades da humanidade, como o silêncio e a ausência. A abertura acontece às 19h30 com visita guiada do artista. A visitação tem entrada gratuita das 12h às 20h de terça a sábado e das 10h às 17h aos domingos.

A exposição conta com 55 obras de grande e médio porte e é resultado de pesquisas em desenvolvimento há três anos, marcando uma nova fase do artista. São pinturas e um conjunto de desenhos que documentam o percurso de seu processo criativo e a matriz das narrativas para alcançar a poética final proposta nas telas. 

Diferentemente dos trabalhos anteriores, nos quais tons sóbrios encobriam as personagens, na série “A Restauração de uma Ausência” Rian permite uma maior incidência de luz nas telas, num resultado mais leve e revelador dos personagens. Como um poema, os quadros trazem a síntese de toda a narrativa a partir de poucos elementos. “Sempre tive a literatura como base do que faço. A palavra sempre foi importante... ela é narrativa e por isso meu trabalho é narrativo”, explica o pintor. 

Rian Fontenele busca restaurar um emaranhado de imagens presentes em suas memórias espontâneas e vívidas, reconstruindo sensações e narrativas e materializando-as em telas na tentativa de esvaziar seu imaginário dessas reminiscências, que se acumulam e transbordam.

Documentário - Durante a exposição, o público poderá assistir ao documentário “Conversas de Aproximações” que apresenta o artista e a poética presente em seu trabalho, por meio de depoimentos da curadora, professora e crítica de arte Luíza Interlenghi, do galerista Max Perlingeiro e do arquiteto e designer português Carvalho Araújo, além da pesquisadora e artista Walmeri Ribeiro e do fotógrafo Tiago Santana.

Serviço: 
Exposição: “A Restauração de uma Ausência – Rian Fontenele”
Local: CAIXA Cultural Recife, Avenida Alfredo Lisboa, 505.
Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo. – 3425-1900/1915
 
Abertura: 25 de junho de 2014 (quarta-feira), às 19h30
Visitação: de 19 de junho a 27 de julho de 2014
Horário: das 10h às 20h (de terça-feira a sábado) e das 10h às 17h (domingo)
Entrada Gratuita
Acesso para pessoas com deficiência

Mick Jagger

  video

Sir Mick Jagger, nascido Michael Philip Jagger (1943), é o vocalista dos The Rolling Stones, uma das bandas inglesas de rock mais famosas do século XX.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Raimundo Fagner - Pinturas e Fotografias


Será hoje, a partir das 20 h, o vernissage da exposição de pinturas e fotografias do cantor e compositor cearense Raimundo Fagner.

Com curadoria do artista plástico Tota, a exposição seguirá com visitação gratuita a partir de amanhã, das 9 às 20 h, até julho.

Serviço:
Raimundo Fagner - Pinturas e Fotografias
Espaço Cultural Ana Amélia do Hotel Sonata de Iracema (Av. Beira Mar, 848).
Telefones: 4006 1600 / 9976 8893.

Dois gênios da raça brasileira

Os nordestinos Luiz Gonzaga e Patativa do Assaré.

Dos mais completos, importantes e inventivos, de Exu, o pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento (1912-1989), o Luiz Gonzaga, Rei do Baião, foi um extraordinário compositor popular.

Cearense de Assaré, Antônio Gonçalves da Silva (1909-2002), o Patativa do Assaré, foi um formidável poeta popular, compositor, e improvisador.

(Foto: Google)

Mazinho Loyola

À frente, Mazinho, no Internacional, de Porto Alegre.

Nascido em Tauá e batizado Lindomar Ferreira de Loyola, Mazinho Loyola (1969) é um ex-jogador de futebol cearense que atuava como atacante.

Cria das categorias de base do Ferroviário, de Fortaleza, Mazinho jogou no São Paulo, Santa Cruz, Ceará, Rio Branco-SP, Internacional, Araçatuba, Corinthians, Paraná, ABC, Gama, União Barbarense, Avaí e Fortaleza.

Em 2004, encerrou sua carreira no Ferroviário e, hoje em dia, é taxista em Fortaleza.

(Foto: Google)

domingo, 15 de junho de 2014

João Bosco Maia Martins

João Bosco Maia Martins.

A quem interessar possa, o simples e atencioso João Bosco Maia Martins fez muita coisa antes de abrir a sua autoescola.

Para vocês terem ideia, nos estudos acadêmicos, cursou Física Pura, transferido para Engenharia Mecânica, não chegando a concluir. 


Por ordem, de carteira assinada, seus primeiros empregos foram na Coelce, IBGE, Coca-Cola e Autoescola São João.


Na Coelce, Bosco recebia o salário de 320 cruzeiros mensais, como auxiliar de escritório. No IBGE, de 1.300, foi aumentado para 1.690 cruzeiros, na função de pesquisador. Na Fortaleza Distribuidora de Refrigerantes (Coca-Cola), de 2.000 para 3.184,60 cruzeiros, como chefe de território (supervisor de vendas). Na Autoescola São João, como instrutor, 2.172 cruzeiros.


Depois, prestando serviços, Bosco trabalhou nas autoescolas Silvânia – em seu próprio carro – e na Araújo, onde durante um ano foi sócio.


Em 1981, deu seu maior passo profissional: Fundou a Autoescola Bosco, hoje, a maior do Ceará.


Ah, Bosco tem como hobby a mágica, pescaria e a columbofilia.

(Fotos: Totonho Laprovitera)

sábado, 14 de junho de 2014

Nas asas da Panair


A Panair do Brasil S.A. foi uma das companhias aéreas pioneiras do Brasil. Nasceu como subsidiária de uma empresa norte-americana, a NYRBA (New York-Rio-Buenos Aires), em 1929. Incorporada pela Pan-Am em 1930, teve seu nome modificado de Nyrba do Brasil para Panair do Brasil, em referência à empresa controladora (Pan American Airways).

(Foto: Acervo Silvio Frota)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Coisas da Copa...

Deu na Internet:


Pomadinha Japonesa

 
Arma secreta no jogo de ontem: Pomadinha Japonesa!

Fraude na Copa?!


Pois é, uma dita confiável fonte nos comunica que a Seleção Croata não é composta por jogadores da Croácia, mas, sim, de Croatá, município localizado na microrregião da Ibiapaba, mesorregião do noroeste do Ceará. 
 
Sinceramente, não acreditamos nessa história.

(Fonte: Google)

Patinação no gelo


A patinação no gelo é uma atividade recreativa, também utilizada como competição esportiva, em que seus usuários calçam os pés com patins de lâminas para deslizar em superfícies de gelo.

No esporte, sua prática pode ser realizada em lagos e canais congelados, ou em pistas devidamente preparadas. Algumas dessas são congeladas artificialmente para independer da temperatura do ambiente. São, ainda, parcialmente ou totalmente cobertas.

Em países com inverno rigoroso, as pessoas costumam realizar o esporte em lagos ou poças congelados, próximas de suas casas. Entretanto, não é recomendado, pois a superfície tem de ser grossa.

(Foto: Google)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Brasil X Croácia

 
Bora Brasil!!!

Viagem...


José Lins do Rego, Carlos Drummond de Andrade, Cândido Portinari, José Olympio e Manuel Bandeira.

Não sei explicar ao certo, mas, quando vejo uma foto antiga retratando um determinado encontro entre personalidades que admiro, me dá uma vontade danada de contrariar as regras do tempo da existência e ir bater lá no passado para papear com elas.

É, talvez seja viagem de quem busca a prática diária do sonho de viver com arte.

(Foto: Google)

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Fagner e Sanchéz

Fagner e Sanchéz.

Sobre Copa do Mundo, Raimundo Fagner e Hugo Sanchéz participaram de entrevista no canal Espn Internacional, no Rio de Janeiro. 

Sanchéz, considerado o melhor atleta do México no Século XX, foi o maior artilheiro do Real Madrid, da Espanha, de todos os tempos.

(Foto: Acervo Raimundo Fagner)

Na Rodoferroviária


Na Rodoferroviária, em Brasília, Zé Lírio recebeu o Isquinha, amigo de infância chegante de Sobral. Trajando uma surrada camisa da última campanha política do Zé Prado e arrastando uma havaiana da tira, consertada com um grampo de cabelo, que riscava o chão, foi logo dizendo:

- Zé, to mortim de fome.

E o Zé Lírio:

- Amigo, então vou lhe levar num dos melhores restaurantes daqui, pra você comer frutos do mar!
- Pra lá, Zé, de banana d’água eu to é chei!!!

(Foto: Google)

Dois corpos, uma cabeça


 Os dois corpos que se abraçam não possuem apenas uma cabeça.

Vendo esta foto, cogitei sobre a forma de pensar generalizada, a propósito de quem os escovados manobram a favor de suas particulares cobiças.

Agora, não embananem o que agora falo com o aviltamento de lideranças. Até porque creio que os legítimos líderes não se aproveitam do poder para acastelar causas pessoais, pois são patronos incontestes dos anseios coletivos.

Falando em liderança, este ano é de eleição.

(Foto: damnlol.com/BuzzFeed)

terça-feira, 10 de junho de 2014

Zé Ramalho

Zé.

Recentemente, falei com Zé Ramalho, com quem não conversava há algum tempo. Pois foi, na esquina do Vaval, Fagner me passou o telefone e palestramos um pouco, bem menos do que eu gostaria, é claro.

Conheci Zé Ramalho da Paraíba em 1977, em João Pessoa. Nos reencontramos em 1982, quando fui convidado para ilustrar seu livro “Carne de Pescoço”, editado pela CBS, sua então gravadora. Logo em seguida, em texto, Zé me apresentou em uma exposição individual que fiz em Fortaleza. Daí por diante, só nos vimos casualmente, mas não o suficiente para deslembrarmos um do outro.

Tomara que eu me ache mais com Zé, que, presentemente, está gravando um DVD com Fagner.

(Foto: Google)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Nirton Venâncio

"Eu, Nirton Venâncio, confesso: um dia saí pro cinema e nunca mais voltei pra casa..."

Nascido em Crateús, Ceará, Nirton Venâncio (1955) graduou-se em Letras pela Universidade Estadual do Ceará, venceu o  Prêmio Filgueiras de Poesia e, como roteirista e diretor de filmes, teve dois de seus curtas-metragens premiados em festivais nacionais.

(Foto: Acervo Nirton Venâncio)

Relevo

 Lidia Feberman.

Definido como as formas de um corpo, o relevo origina-se e transforma-se sob a interferência de dois tipos de agentes: os internos e externos. Ou seja, os endógenos agem de dentro para fora e os exógenos na superfície.

Resumindo, existem várias formas de relevo: planaltos, planícies, cordilheiras, montanhas, morros, serras, chapadas, depressões, vales, escarpas, abismos, icebergs, vulcões etc.

(Foto: Google)

Carteiras escolares


Lembro demais das carteiras escolares do Colégio Christus, onde me alfabetizei e cursei o primário. De madeira escura e encerada, cada uma delas acomodava um par de estudante. Com uma leve inclinação, o seu tampo possuía uma fenda para o repouso de lápis e dois recortes circulares para encaixe dos tinteiros, que no meu tempo não tinham serventia, pois as canetas já eram esferográficas. Abaixo do tampo, existia uma espécie de prateleira para guardarmos livros e cadernos. O assento era composto de réguas espaçadas e o encosto, à 90 graus, formado por uma única e larga peça.

Curiosamente, quando nos movíamos com maior intensidade, a carteira deslizava pelo chão da sala de aula, desalinhando o seu conjunto.

A despeito das proibições e intimidações de severos castigos, quase todo mundo registrava seu nome na madeira, talvez para marcar sua existência ou mesmo espantar o enfado das monótonas lições. Ora, ninguém gostava de estar recolhido em uma sala, quando lá fora o sol convidava todos para atividades mais simpáticas da infância que cópias, tabuadas ou ditados.

Daí, era esperar a Dona Núbia, com a sineta à mão, bater a hora do recreio ou do final do dia de aula.

Ah, ia me esquecendo, em uma outra oportunidade eu contarei sobre os ônibus do colégio, que tinha como um dos motoristas o Seu Domingos, também técnico de futebol da gente.

domingo, 8 de junho de 2014

Stélio Valle


Stelinho.

Formado em administração de empresas, Stélio Romero do Valle (1950-2008) foi um talentoso compositor cearense que teve canções interpretadas por artistas de sucesso, como
Nara Leão, Raimundo Fagner, Ednardo e Núbia Lafayete, dentre outros.

(Foto: Google)

Chaplin & Gandhi


Charlie Chaplin e Mahatma Gandhi.

Sir Charles Spencer Chaplin (1889-1977), foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico.

Chaplin foi um dos atores mais célebres da época do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão.

Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948) foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano e o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como meio de revolução.

(Foto: Google)

Iracema

Abaixo, o trecho de Iracema, romance de José de Alencar, desenha uma mulher imaginada mais brasileira, com traços indígenas. No livro, que pretende criar uma lenda da origem do estado do Ceará, percebe-se também a abrangência de expressões nacionais.


“Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu?" onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.

Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.

A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru te palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá , as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.

Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.

Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas.

Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.

De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.

O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.

A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.

O guerreiro falou:

- Quebras comigo a flecha da paz?
- Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?
- Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.
- Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema."

Alencar, José de. Iracema. 26.ed. São Paulo, Ática, 1992. p. 16-8.

Rosa de menina e azul de menino


Indagado por que rosa é cor de menina e azul de menino, o professor Carlinhos Anafabético respondeu: “Não tem nada a ver com biologia ou psicologia. Tem, sim, com marketing. No final do século 19, as tinturas de tecidos eram caras que só, então os genitores não estavam nem aí com isso. A definição das cores certas para menino ou menina só apareceu no começo do século 20. E era ao contrário de hoje em dia. Um catálogo de roupas dos Estados Unidos de 1918 mostrava que, por ser mais forte, o rosa era apropriado aos garotos. E o azul, por ser delicado, às garotas. Somente entre 1920 e 1950 foi que as lojas começaram a sugerir azul para eles e rosa para elas, como maneira de sacudir as vendas. Essa ordem social tem sido reforçada desde então. Agora, a relação com alguma cor não determina coisíssima nenhuma personalidade ou sexualidade”.

(Foto: Google)