sábado, 30 de abril de 2016

Felicidade

Autorretrato de Drummond.

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade." (Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Ezra Pound

Ezra Pound.

“Repetir para aprender, criar para renovar.” (Ezra Pound)

Poeta, músico e crítico literário americano, Ezra Weston Loomis Pound (1885-1972) foi, junto com T. S. Eliot, um dos maiores nomes do movimento modernista, notadamente do Imagismo e do Vorticismo, da poesia do começo do século XX.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Kuigno

Kuigno, puxando o 14-bis.

Pra quem não sabe, repousa um velho avião no sossego do fundo do leito do Rio Acaraú, nas cercanias da sobralense Fazenda Marrecas, da heráldica família Aragão!

Curiosamente, tal aeronave era puxada pelo parente do burrim que puxou o 14-bis, também conhecido como Oiseau de Proie (em francês, “ave de rapina”), naquele outubro de 1906, no campo de Bagatelle, em Paris. 

Junto com a submersa aeronave – dizem ser o protótipo do Demoiselle, igualmente construído pelo inventor brasileiro Alberto Santos Dumont –, o Equus africanus asinus, de nome Kuigno e que entrou para a história da aviação, foi importado na primeira metade do século passado pelo Sr. Joaquim Aristides, avô do Tonico, Newton e Chiquinho Aragão, para servir de indez da raça da linhagem do Boa Viagem, Cara Branca, Pretinha, Roxinha e tantos outros. 

Quem estiver duvidando dessa minha história, que pergunte ao Tonico Aragão, Geraldo Vasconcelos e Carlos Augusto Moraes, que não me deixam mentir. 

(Foto: Google)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Artistas cearenses

Grupo de artistas, na exposição "Olhar de Fora - Vando Figueiredo e Mariola Landowska", na galeria Contemporarte. 

Da esquerda pra direita: Mário Sanders, Cláudio César, Cardoso Júnior, José Guedes, Vando Figueiredo, Totonho Laprovitera, Fernando França e Silvano Tomaz.
(Foto: Acervo Silvano Tomaz)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Restaurante Tocantins

O Tocantins fica na Avenida da Abolição, 3210, Meireles, Fortaleza-CE.

O restaurante Tocantins existe há uns sessenta anos e é, tradicionalmente, um dos endereços mais procurados para o final da noite fortalezense.

De portas abertas na madrugada, o movimento é grande de quinta a sábado, com os seus músicos tocando todo tipo de canção a pedido de seus incansáveis e notívagos clientes.

Agora, é de cortar o coração ver a faixa posta na fachada do estimado estabelecimento, anunciando a disponibilidade de transferência do ponto. 

Certamente, os boêmios da cidade já estão se sentindo órfãos. 

(Foto: Google)

Tabagismo


Será impressão minha, ou, ultimamente, nos filmes há um certo exagero ou não de pessoas fumando em suas cenas?

Se isso fizer parte de algum nefasto plano de marketing comercial, com métodos de mensagens subliminares, será que daqui há pouco até a comunidade da área da saúde propagará o tabagismo como prática medicinal, que não causa malefício nenhum à saúde e, muito pelo contrário, enseja benefícios à saúde?! 

Ê, vida de gado...

domingo, 24 de abril de 2016

Separação

Sitônio da Parangaba e Zé da Onça.

No Terminal do Siqueira, na Vila Peri, deu-se o seguinte diálogo entre Zé da Onça e Sitônio da Parangaba: 

- Sitônio, me separei da Dona Encrenca...
- Vixe, Zé, quando? 
- Semana retrasada... Já repartimo até os bem... 
- E os filhos? 
- O juiz mandou que eles fossem morar com quem ficou com mais bem... 
- E com quem eles ficaram, Zé? 
- Com o adevogado, Sitônio... Com o adevogado... 

(Fotos: Zecaneto)

sábado, 23 de abril de 2016

Luto chinês


Os chineses creem que a cor alimenta o espírito e expressa a sabedoria da experiência humana.

O branco na China, por exemplo, significa o ouro e representa o brilho, a pureza e a plenitude. Mas, também é a cor do luto – que segue o ser humano desde seus primórdios –, associada com a morte e prevalece em funerais. 

Daí, antigamente, os chineses somente vestiam-se de roupas brancas e chapéus quando carpiam pelos seus mortos. 

(Imagem: do filme As Crianças de Huang Shi)

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Começo de namoro


Luís, que tem uma fama danada de mão-fechada, convidou a paquera para passear pelo calçadão da Beira Mar.

Chegando à Volta da Jurema, já de mãos dadas, abancaram-se à mesinha de uma banca de vendas e ele pediu um coco verde, bem gelado e com dois canudinhos, para compor a romântica cena de começo de namoro. 

Em silêncio, o casal começou a sorver o sumo natural contido no interior do fruto do coqueiro, rico em potássio, com poucas calorias e muitos nutrientes, livre de gordura e com alto poder reidratante. 

Entre olhares de cumplicidade, Luís e Helena começaram a fazer planos e o primeiro foi o de partir o coco para comerem a lambuja. 

Mas, foi aí que apareceu Fifi, amigo de infância de Luís: 

- Ô corra lindra!
- Fala, Fifi... 
- Eita que o Lulu tá é apaixonado! 
- Tô, é? 
- Tanto tá, chega tá é estragado! 
- Estragado? 
- É, e depois dizem que você é pão-duro! 
- Não estou lhe entendendo...
- Olhaí, pediu logo foi um coco pros dois! 
- Deixa de ser fresco... 
- Quando acabar, vai pedir pra levar a quenga pra casa, vai? 
- Olha o respeito, seu baitinga! 
- A quenga do coco, neném! Do coco!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

A formiga e a pomba


Por Esopo

Uma Formiga foi à margem do rio para beber água, no entanto, de forma inesperada, acabou sendo arrastada por uma forte correnteza, ficando prestes a se afogar. 

Uma Pomba, que estava numa árvore sobre a água observando a tudo, arrancou uma folha e a deixou cair na correnteza perto da mesma. 

Então, subindo na folha a Formiga pode flutuar em segurança até a margem mais próxima. 

Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, escondido sob a densa folhagem da árvore, se preparou para capturar a Pomba. 

Ele, cuidadosamente, colocou visgo no galho onde ela repousava, sem que a mesma notasse o iminente perigo. 

A Formiga, percebendo sua má intenção, imediatamente deu-lhe uma forte ferroada no pé. Tomado pelo susto e gritando de dor, ele assim deixou cair sua armadilha de visgo, e isso deu chance para que a Pomba despertasse e voasse para longe, se pondo finalmente a salvo.

Moral da História: Nenhum ato de boa vontade ou gentileza é coisa em vão.

(Ilustração: Google)

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Beth Cuscuz

Beth diz que não troca Teresina por “cidade nenhuma desse mundo”.

Agora lascou foi tudo: "Beth Cuscuz anuncia delação premiada!"

Para quem não a conhece, natural de Regeneração, Piauí, a sexagenária Elisabeth Nunes Oliveira, professora aposentada, foi muito nova morar em Teresina para estudar e conseguir emprego. Trabalhou com Dona Francisca Batista, a Francisquinha, que tinha um estabelecimento no Centro da capital piauiense, até sair para montar seu próprio negócio: a boate Beth Cuscuz.

Há quase 40 anos a casa funciona em Teresina, com seletas garotas de programas e frequência de autoridades políticas do Piauí.

Ultimamente, a boate Beth Cuscuz tem anunciado em outdoors e panfletos shows de modelos do Rio de Janeiro e São Paulo, que posam nuas em famosas revistas masculinas, e atrizes de filmes pornôs nacionais.

(Foto: Google)

terça-feira, 19 de abril de 2016

Inveja

"... Eu não posso lhe invejá
Nem você invejá eu,
O que Deus lhe deu por lá,
Aqui Deus também me deu.
Pois minha boa muié,
Me estima com munta fé,
Me abraça, beja e qué bem
E ninguém pode negá
Que das coisa naturá
Tem ela o que a sua tem..."

(Patativa do Assaré)


O Pavão e Juno - Uma fábula sobre a inveja
(Adaptação de fábula de Esopo / La Fontaine) 

Um formoso pavão mostrava-se com a imponente beleza das suas penas à enxerida atenção das pessoas que o admiravam, que lhe não poupavam louvores. De repente, escutaram o cantar de uma graúna e, voados, meteram o pé na carreira pras bandas de onde soavam tão bonitas melodias. Desprezado, o pavão pegou ar e raivoso foi se queixar com Juno. 

- Por que há de um passarim véi preto, fuleragem, fei e sem graça, cantar melhor do que eu? Por que você não me deu a voz da graúna? Perguntou. 
- Não seja malagradecido, rapaz! Cada bicho tem seu dom e nenhum tem tudo. Ao carcará coube a força, à graúna a voz e a você essa plumagem toda emperequetada... Olha... Você não é nenhum coitadim, não... Rebateu Juno
- Eu sei, mas eu queria era cantar como a graúna... Tornou o pavão. 

Em tempo: Na mitologia romana, Juno era a patroa de Júpiter e rainha dos deuses. Cheia de rivais, por pura inveja transformou a bela Calisto numa ursa, só porque conquistou o tejo véi do seu marido.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Cusparada

Jean Wyllys (Psol-RJ), disse que cuspiu em Bolsonaro (PSC-RJ), ontem, na sessão plenária sobre o impeachment, porque ele o chamou de “veado”, “queima-rosca” e “baitola”.

Qualquer que seja a razão, a cuspida em outrem é considerada por muitos como uma atitude de ódio e violência que desabona a quem a pratica.

Pois é, além de não ser correto e consistir em grande falta de educação e respeito ao próximo, cuspir em alguém de forma acintosa é injúria, um dos crimes contra a honra previsto no artigo 140 do Código Penal. 

No esporte, segundo o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o jogador que cuspir no outro deve ser suspenso de 6 a 12 partidas. Se a ação for praticada contra árbitros, assistentes ou demais membros de equipe de arbitragem, a pena mínima será de suspensão por 360 dias. 

Já, na política, há quem ache que uma cusparada pode virar um ato cívico e entrar para a história! 

(Foto: Google)

O Gaúcho


Bora merendar um passaporte de galinha, um meat com ou um meat sem?

(Foto: Acervo Alfredo Bachá)

domingo, 17 de abril de 2016

Que é isso, companheiro?


Peguei no finalzinho de um programa de rádio: "Hay que endurecerse, pero sin perder la plata jamás." 

Será que eu escutei direito?

Tirem os grampos!

Deputados trocam empurrões e batem boca durante sessão do impeachment.

Deu no Uol: "Os deputados Vitor Valim (PMDB-CE) e Sibá Machado (PT-AC) trocaram empurrões na madrugada deste domingo (17) no plenário da Câmara, e uma briga entre ambos só não ocorreu por conta de outros parlamentares e de seguranças, que os separaram." 

Aí, no rádio, a ouvinte Dona Nemoça, do bairro São João do Tauape, comentou: "Lá vai... E num dia desse, nera tudo de cocó emendado, não?!"

Que não vire briga de rua...

(Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados)

Ferradura dá sorte?


Diz a lenda que, no antigo Egito, os cavalos puxadores dos carros do Faraó eram calçados com ferraduras de ouro. Pois bem, às vezes ocorria do cavalo perder a ferradura e numa delas alguém achou uma. Esse alguém anunciou a sua sorte, constatando o ocorrido como a solução de suas dificuldades financeiras e algo que podia fazer muitos ricos.

Já, em países onde a criação de cavalos foi desenvolvida, considera-se a ferradura um amuleto que protege contra todos os males e desgraças.

No mais, sobre o assunto, no momento atual comenta o professor Carlinhos Analfabético: “É dose cavalar! As extremidades se aproximam nas pontas da ferradura.”

sábado, 16 de abril de 2016

Bar do Chagas


Bar do Chagas, certamente, entrou para a história da boa boemia fortalezense.

(Foto: Totonho Laprovitera)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Argh!


Nos jornais, nunca a página política esteve tão embananada com a policial, como ultimamente.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Idealista


Assuntando sobre a vida, lembrei da fala de um dito idealista, que havia acabado de realizar um sonho: “Pronto, agora que sou, vou deixar de ser.”

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Para Cantar Fortaleza

Alceu Valença.

Hoje, na comemoração de aniversário de 290 anos de Fortaleza, a atração principal na festa da Prefeitura de Fortaleza, no Aterrinho da Praia de Iracema, será o cantor pernambucano Alceu Valença.

Na programação do show "Para Cantar Fortaleza", ainda se apresentarão Waldonys, Lorena Nunes, Lucinha Menezes, Levi Castelo Branco, Vitoriano, Felipe Cazaux, Roberto Viana, Marcus Café, Pingo de Fortaleza e as bandas Veronika Decide Morrer e Selvagens à Procura de Lei. A direção musical é de Cristiano Pinho. 

Agora, nada contra Alceu Valença – curto muito as suas músicas –, mas, particularmente, eu preferiria que a atração principal fosse um dos nossos excelentes artistas da terra. 

(Foto: Google)

Sobre vampirismo


Rato que cria asa vira morcego.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Atenção, eleitor!


Não merece o menor respeito vereador de meia tigela que apresenta propósitos de cabo eleitoral a troco miúdo de vantagens pessoais e garantia de supervivência política!

domingo, 10 de abril de 2016

Casório na Serra


Retirante é aquele que se retira, que deixa um lugar em busca de oportunidades. É a pessoa que larga a sua terra em busca de um melhor local para viver. Comumente, acaba absorvendo novos costumes e contribuindo para a diversidade cultural do Brasil.

Ainda hoje, é comum esse tipo de imigrante voltar ao seu lugar de origem para passear ou, até mesmo, morar. Alguns deles, ditos bem sucedidos, tornam para cumprir a promessa de casar com a sua amada. Um desses foi Benedito, do Sítio São Brás, da Serra da Meruoca, uma das maravilhas do Ceará.

Quando saltou da carroceria do horário, na beira da rodagem, Benedito já era Benê. Trajando jeans, com a jaqueta aberta aparecia a camiseta impressa com o escudo do Corinthians, e a desbotada calça, que dobrava-se umas três vezes na bainha e adentrava no colorido e espalhafatoso tênis basqueteiro. Tinha a aba do boné voltada para o cangote e os óculos escuros espelhando o azul da verde paisagem serrana.

Conceição, sua prometida donzela, suspirou ao vê-lo chegando em cena de novela das oito. Afinal de contas, era o final feliz do começo de uma grande história de amor. Os espectadores aplaudiram e gritaram: “Viva os noivos!” 

Pois bem, na ensolarada manhã de domingo, na Matriz da Meruoca, o noivo chegou cedo para o casamento religioso e, todo nos trinques, com a boca apinhada de dentes e chicletes, esperou Conceição acostar-se ao altar. 

Na Cerimônia, o Padre começou fazendo o anúncio do casamento e pedindo que, se alguém soubesse de algo que impedisse os noivos de se casarem, dissesse naquela hora, sob pena de pecado mortal. O silêncio reinou.

Então, o Padre virou-se para o noivo e falou:

- Sr. Benedito, aceita a Sra. Conceição,,,
- Por favor, mano, Benê e Ceiça.
- Sr. Benedito, aceita a Sra. Conceição, aqui presente como legítima esposa, conforme manda a Santa Madre Igreja, até que a morte vos separe?
- Imagina, meu... Ok!
- Ok o que, seu cabra!
- Entendi... Sim...

Aí, o Padre leu para a noiva a mesma expressão e ela respondeu: 

- Yes!
- Yes o que sua cabrita!
- Sim...

Depois, o Padre cobriu as suadas mãos dos noivos com a estola e, cochichando, disse para eles repetirem, um depois do outro: "Eu, (Benedito/Conceição), recebo a vós, (Conceição/Benedito), por minha (legítima esposa/legítimo esposo), conforme manda a Santa Madre Igreja Católica, Apostólica, Romana.”

Em seguida, o Padre completou: "Eu vos uno no Matrimônio, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." Benzeu as alianças, rezou as orações finais e, durante a Missa, deu a Bênção nupcial enquanto Benê festejava: “É nóis! É nóis! É nóis!”

sábado, 9 de abril de 2016

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Folgado passageiro


No saguão de check-in do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, vi uma bem trajada senhora lembrar do tempo em que os passageiros de avião viajavam elegantemente. “Hoje em dia, só o que se vê é gente embarcando, inadequadamente, de bermuda, calção, camiseta cavada e, muitos, exalando a ausência de higiene pessoal. E não é gente pobre, não”, observou. 

Então, um senhor de idade vestiu a carapuça e falou: “Estou chegando de viagem de um cruzeiro internacional e tá o maior calor em Fortaleza. Daí, eu estar usando trajes casuais.” 

Aí, um jovem emendou: “Por estar de férias, o senhor não tem por que estar usando paletó e gravata somente para utilizar um meio de transporte.” 

A fila andou e a senhora, encerrando a conversa, concluiu: “Agora, eu digo, não se trata de preconceito meu com seu ninguém, não – ou coisa que o valha –, mas, que é desagradável é, e é muito!”

(Ilustração: Google)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sexo e liseira


Nestes tempos de crise, consumido em dívidas, Sitônio da Parangaba tem procurado é muito a sua senhora “pro mode coisar”. E se justifica: “Ô bicho pra dar tesão é liseira! Por isso é que pobre tem muito filho...”

Coloco o assunto à apreciação dos estudiosos.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Jet Ring

Jet Ring.

Lembro, no início dos anos 1970, de Jet Ring pilotando sua moto Harley Davidson pelas ruas de Fortaleza, que me chamava atenção, pois eu achava parecido com cena de filme americano.

Jet Ring, nascido José Pinto Teixeira Filho (1942-1985), foi um grande entusiasta do motociclismo e paraquedismo cearense. Vítima de acidente, morreu aos 43 anos de idade, ao testar um motor de um girocóptero que montava na garagem de sua casa. 

(Foto: Google)

terça-feira, 5 de abril de 2016

Nuntius diei


“Noli conterere eis qui intelligere noluerunt explicandis.” (Toim da Meruoca)
Traduzindo: “Não perca tempo explicando pra quem não quer entender.”

(Foto: Zecaneto)

domingo, 3 de abril de 2016

Barbeiro açougueiro


Certa vez, Giovani, do Iguatu, me contou que após tirar uns três bifes do rosto de um resignado freguês – um cidadão amputado de um braço –, o barbeiro perguntou se o mesmo já havia tirado a barba com ele alguma vez e ouviu a resposta: "Não, chefe, eu perdi o braço foi num acidente de trem em Piquet Carneiro!"

sábado, 2 de abril de 2016

Boatos e fofocas

"Ouvi dizer"...

O boato e a fofoca são as mais antigas modalidades de comunicação social e continuam a fazer parte da vida de todos. Afinal de contas, quem já não ouviu ou passou um adiante? 

Agora, segundo Zé Lezin, no Brasil tudo começou no tempo que foi criado o Hino Nacional, música de Francisco Manoel da Silva e letra de Joaquim Osório Duque Estrada. Senão, vejamos: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heroico o brado retumbante”... 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Pérolas


“... Não lance as pérolas aos porcos” (Mt 7,6), se refere à Justiça do Reino de Deus.