terça-feira, 7 de outubro de 2014

Eleitor fantasma


Antigamente, era prática corriqueira na fraude eleitoral, a inclusão de nomes de eleitores inexistentes no Cadastro Nacional de Eleitores, ou a manutenção como ativos de eleitores já falecidos, para, de alguma maneira, alguém votar no lugar deles.

Pois bem, falando nisso, me contaram que no cemitério, no dia seguinte à eleição, uma viúva esbravejava a sua revolta, ao túmulo de seu marido:

- Seu ingrato, mal-educado, safado! Você não tem mesmo a menor atenção comigo! Isso é coisa que se faça?! Pensa que eu não sei?! Ontem você foi votar e depois não teve a menor consideração de me procurar!

(Ilustração: Google)

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