segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Grávida vive!


Recentemente, deu no Diário de Teófilo Otoni: “Grávida que sobreviveu a acidente está viva”.


Sobre a manchete, há quem ache que já seja  reflexo por conta do diploma de jornalismo não ser mais obrigatório para o exercício da profissão. “Por essa pérola da imprensa, vamos agradecer à juíza Carla Ríster, por acabar com a exigência do diploma para jornalista”, diz Inca Blond, estudante de comunicação social. E continua: “A licenciatura em Jornalismo almeja formar profissionais capazes de responder às precisões de um mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo. É onde os alunos adquirem as competências necessárias ao exercício da profissão”.

Já, a jornalista Claude Safire, do Taquary News, apresenta a sua versão: “Faz sentido! Vai ver que deve ter sido uma grávida que, depois de um acidente, escapou e foi levada a um hospital, e daí o jornal noticiou que ela tinha morrido no hospital após o acidente”.

Por fim, o comunicador Robert Loman ponderou: “Então, a grávida que sobreviveu ao acidente está viva? Não seria melhor se a manchete fosse ‘Grávida vive!’, e só”.

Ante tanto buchicho, o melhor de tudo, realmente, é a justificativa do deslize.

(Foto: Google)

Um comentário:

  1. Entendi perfeitamente!
    A senhora em estado interessante escapou DUAS VEZES.
    Louro

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