domingo, 1 de fevereiro de 2015

Mestre Aldemir


Em 1997, quando participei de uma coletiva de pinturas com Aldemir Martins e Fagner, em Fortaleza, o hábito de fumar charuto estava pegando moda.

Pois bem, na montagem da exposição, Aldemir me perguntou onde poderia comprar charutos. Daí, falei da existência de uma charutaria que era do Pagliuca, conhecido dele, porém, se ele desejasse, eu tinha um muito bom que havia ganho recentemente. 

Aceito o regalo, Aldemir agradeceu e passou a crer que eu era um habitual charuteiro. De início, foi ao Pagliuca, me inscreveu no seleto Clube do Charuto, onde comprou-me boas marcas. Desde então, toda vez que vinha à Fortaleza, trazia-me maços dos mais famosos fabricantes. 

Em uma das últimas vezes que estive com o mestre Aldemir, além dos charutos, ele me presenteou com um belo chaveiro feito com amostras de diversas madeiras nobres brasileiras, o qual uso como porta-chaves da sede da Arte Quattro, mais do que um empreendimento, um projeto de vida dos Laprovitera da arte.

(Foto: Totonho Laprovitera)

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