domingo, 31 de maio de 2015

Turma do Bambu

Esta rara foto, acompanhada de esclarecedor texto, recebi do preclaro amigo Ricardo Lincoln, o Barreirinha. Pela preciosidade do material, eu jamais poderia deixar de compartilhar com todos que se interessam e guardam a história da nossa cidade de Fortaleza.

“Amigo Totonho, 

Sendo você um expert no assunto amizade, envio pro teu acervo esta foto da antiga (e verdadeira) Turma do Bambu, reunida lá em casa, no início dos anos 1960. 


Da esquerda pra direita, sentados, Newton Mattos Brito, Fernando Castelo Branco, Isabel Rosário Dias, Maria Inês Barreira (minha irmã), Maria Beatriz Rosário Dias, ?, Osvaldo Riedel (agachado), José Aragão (atrás do Osvaldo), Juarinda Barreira (minha irmã), Lúcio Padilha e Juarez Ellery Barreira Filho (meu irmão mais velho, atrás do Lúcio); em pé César Barreira (também meu irmão), Aristófanes Holanda, Aruan, Flavio Saboya, Lucinha (minha irmã mais nova, em pé no batente), Heraldo Gomes de Freitas, Egberto Machado, eu (também em pé no batente), Titico (meu irmão, também em pé no batente, acima de mim), José Augusto Rosário Dias, Nelinho Gomes de Freitas, Roberto César Correia, ?, ?. Havia outros (Clécio Barroso Martins, Popó, Chil e Will Mattos Brito, Wilson Aragão, Silvio Castelo Branco etc.). 

O nome Turma do Bambu veio do ponto de encontro diário deles, no muro da ‘casa mal assombrada’, do Paschoal de Castro Alves, na Santos Dumont x Joaquim Nabuco, onde havia um bambuzal. Eu tinha menos de 10 anos de idade, mas sei que eles marcaram época. 

Um abraço, Barreirinha”

Valeu, amigo Barreirinha!

Um comentário:

  1. Na realidade a casa não era do meu Avô Paschoal, e sim do Avô José Lopes (dariocastroalves@gmail.com)

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